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Leishmaniose Felina: inquérito epidemiológico no Vale do Rio Mogi-Guaçu, estado de São Paulo

Processo: 21/04986-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Trícia Maria Ferreira de Sousa Oliveira
Beneficiário:Pedro Armando Meneghesso
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Zoonoses   Leishmanioses animal   Gatos   Análise molecular   Análise de sequência de DNA   Reação em cadeia por polimerase (PCR)   Inquéritos epidemiológicos   Rio Mogi-Guaçu

Resumo

Os protozoários do gênero Leishmania são parasitos intracelulares obrigatórios responsáveis pelas leishmanioses, zoonoses de grande relevância para a Saúde Pública em vários países, incluindo o Brasil. O parasito possui ciclo heteroxeno e tem como inseto vetor os dípteros flebotomíneos (Ordem: Diptera, Família: Psychodidae, Sub-Família: Phlebotominae). As formas clínicas dessa zoonose são a leishmaniose visceral, cutânea e mucocutânea. A mais grave é a leishmaniose visceral, causada pelo agente etiológico Leishmania infantum, sendo o cão (Canis lupus familiaris) o principal reservatório no ambiente urbano. O gato (Felis catus), até então, era considerado apenas hospedeiro acidental de L. infantum, entretanto implica-se a necessidade de mais pesquisas para esclarecer o seu papel, bem como o da Leishmaniose Felina (LF), dado o aumento de relatos de felinos infectados. Para isso, uma parceria será firmada com o Projeto Patinhas da cidade de Pirassununga, estado de São Paulo, visando a utilização de 30 felinos. Os animais serão submetidos à avaliação clínica, testes de FIV e FeLV e serão catalogados. Nestes, serão coletadas amostras de sangue total, suabe oral e conjuntival, aspirados de linfonodo e medula óssea. As amostras de sangue e suabe serão submetidas à extração de DNA para posterior análise molecular através de PCR com os primers 13A/13B. Para as amostras positivas, será feita PCR para a região ITS-1 e sequenciamento genético. As amostras de soro serão submetidas à RIFI, utilizando-se ponto de corte 1:40. Com as punções de medula óssea e linfonodo, será feita análise citológica. (AU)

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