Busca avançada
Ano de início
Entree

Avaliação da ação da pravastatina sobre o acoplamento da eNOS e produção de óxido nítrico em modelo in vitro de pré-eclâmpsia

Processo: 21/02570-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Valeria Cristina Sandrim
Beneficiário:Luísa Machado Pinheiro
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Pré-eclâmpsia   Disfunção endotelial   Estresse oxidativo   Pravastatina   Óxido nítrico   Técnicas in vitro

Resumo

A pré-eclâmpsia (PE) é uma síndrome complexa responsável por alta morbidade e mortalidade materna e perinatal no Brasil e no mundo. As causas e mecanismos pelos quais essa doença se instala ainda não foram totalmente elucidados, no entanto, acredita-se que uma implantação e placentação anormais sejam responsáveis por gerar uma isquemia placentária levando à uma disfunção endotelial generalizada e liberação de fatores placentários na circulação materna. O desequilíbrio entre forças oxidantes e antioxidantes é um dos fatores que contribui para o desenvolvimento dessa disfunção endotelial, como consequência do estresse oxidativo, diminuição da disponibilidade de óxido nítrico e aumento da produção de O2- pela NADPH Oxidase. A enzima Óxido Nítrico Sintase Endotelial (eNOS) por sua vez é responsável pela produção de NO, importante vasodilatador. No entanto, é importante ressaltar que quando desacoplada essa enzima desvia sua produção para O2-, capaz de sequestrar o NO restante, diminuindo ainda mais a sua disponibilidade. Nessa circunstância muitos estudos tem mostrado a pravastatina como potencial fármaco para o tratamento da pré-eclâmpsia, visto que através de seus efeitos pleiotrópicos esse fármaco apresenta provável capacidade em aumentar o acoplamento da eNOS e produção de NO, além de diminuir a atividade da NADPH oxidase, sendo assim eficaz na melhora da disfunção endotelial com promoção de efeitos vasodilatadores. Além disso, o uso da pravastatina como estatina de escolha se justifica por sua baixa lipofilidade e transferência limitada entre mãe e feto, apresentando, portanto, perfil de segurança favorável. Visando observar os efeitos da pravastatina sobre a pré-eclâmpsia, células endoteliais da veia do cordão umbilical humano (HUVECs) serão, então, incubadas com plasma de gestantes pré-eclâmpticas, hipertensas e saudáveis, na presença ou ausência da pravastatina.

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa:
Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias (0 total):
Mais itensMenos itens
VEICULO: TITULO (DATA)
VEICULO: TITULO (DATA)