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Efeitos da estimulação colinérgica na migração de células inflamatórias após infarto do miocárdio em modelo SHR

Processo: 20/14410-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Fernanda Marciano Consolim-Colombo
Beneficiário:Manuella da Silva Teixeira
Instituição-sede: Universidade Nove de Julho (UNINOVE). Campus Vergueiro. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Medicina   Doenças cardiovasculares   Infarto do miocárdio   Hipertensão   Resposta inflamatória   Neuroimunomodulação   Fibras colinérgicas   Brometo de piridostigmina   Técnicas histológicas

Resumo

As doenças cardiovasculares lideram o topo das enfermidades com maior taxa de mortalidade no mundo, destacando-se o infarto do miocárdio (IM) como uma delas. O sistema imune junto ao sistema nervoso autônomo possui papel importante na iniciação e manutenção da hipertensão e colabora para o desenvolvimento da patologia cardiovascular. A modulação da resposta imune via nervo vago, chamada de via anti-inflamatória colinérgica, mostra-se como potencial terapêutico frente a resposta inflamatória. Estudos prévios de nosso grupo demonstraram que a estimulação colinérgica pelo brometo de piridostigmina (BP, inibidor da acetilcolinesterase) diminui a resposta inflamatória em diferentes modelos experimentais. Ademais, aumenta a atividade parassimpática, modula as células imunes no miocárdio e melhora parâmetros de função ventricular. No entanto pouco se sabe sobre o impacto da estimulação colinérgica na modulação de células inflamatórias no tecido cardíaco pós IM em ratos espontaneamente hipertensos (SHR). Objetivos: Avaliar os efeitos da estimulação colinérgica na migração de células inflamatórias após infarto do miocárdio em SHR. Métodos: Utilizaremos ratos machos adultos SHR serão divididos em 3 grupos: SHAM (operação simulada), IAM (infartado) e IAM+BP7 (infartados + tratados com piridostigmina 40mg/Kg/dia, por 7 dias). A piridostigmina será administrada por gavagem, começando imediatamente 1h após IAM ou operação simulada 1x dia. A eutanásia será feita no 30o dia, seguida de retirada de material biológico para análise histológica, imunohistoquímica e a expressão gênica. (AU)

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