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Análise comparativa dos efeitos da expressão diferencial de STI1 no transcriptoma de células-tronco pluripotentes

Processo: 21/05287-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Biologia Geral
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:João Pedro Alves de Araújo
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Embriogênese   Células-tronco pluripotentes   Proteínas de choque térmico   Análise qualitativa comparativa (QCA)   Análise de sequência de RNA

Resumo

Células-tronco pluripotentes (CTPs) são capazes de se autorrenovar, além de se diferenciarem em qualquer tipo celular do organismo adulto, característica conhecida como pluripotência. Essas habilidades se devem, em parte, à rede de homeostase proteica, ou proteostase, da qual a proteína Stress Inducible Protein 1 (STI1) se destaca por seu dinamismo. A STI1 é uma co-chaperona que auxilia em muitos processos moleculares fundamentais a manutenção celular, como a formação do complexo proteico entre as proteínas HSP70 e HSP90. Ainda, a expressão de STI1 é essencial para a sobrevivência de embriões de camundongos. Apesar disso, os mecanismos exatos de atuação da STI1, principalmente no que diz respeito a sua função no desenvolvimento embrionário inicial e na manutenção de pluripotência em CTPs, ainda não são totalmente conhecidos. Dessa forma, o presente projeto se propõe a analisar comparativamente o perfil transcricional de CTPs com expressão diferencial de STI1, buscando elucidar mecanismos moleculares, vias de sinalização e genes de interesse impactados direta ou indiretamente pela variação nos níveis dessa co-chaperona. O estudo in silico de dados obtidos a partir do sequenciamento de RNA e a posterior validação de genes de interesse selecionados serão fundamentais para a obtenção de mais informações sobre a atividade da STI1 no transcriptoma das CTPs, contribuindo de maneira relevante ao entendimento de como a proteostase influencia na manutenção da pluripotência.

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