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Alterações fisiopatológicas durante a inflamação sistêmica

Processo: 21/03084-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luiz Guilherme de Siqueira Branco
Beneficiário:Isis Paiva Trajano
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:16/17681-9 - Alterações fisiopatológicas durante a inflamação sistêmica, AP.TEM
Assunto(s):Hipotálamo   Temperatura   Neurociências

Resumo

A síndrome da resposta inflamatória sistêmica (SIRS) é um estado inflamatório que afeta todo o organismo e representa grave risco à vida do indivíduo. A sepse e sua complicação mais comum (choque séptico) fazem parte desta síndrome e são as maiores causas de mortes em Unidades de Terapia Intensiva em todo o mundo, apesar dos grandes avanços tecnológicos recentes. A falta de conhecimento dos mecanismos fisiopatológicos da doença e o envelhecimento da população são fatos relacionados a esta realidade. Frente a esta falta de conhecimento, a administração sistêmica de endotoxina (lipopolissacarídeo - LPS) vem sendo amplamente utilizada como modelo de estudo da sepse em animais experimentais. Nos últimos 20 anos, solidificamos em nossos laboratórios, a utilização deste modelo para desvendar os mecanismos envolvidos nas respostas ao desafio imune, relacionados à participação dos neuromoduladores gasosos (óxido nítrico, monóxido de carbono e sulfeto de hidrogênio), agindo no sistema nervoso central, durante a inflamação sistêmica. Estes estudos resultaram em publicações em revistas indexadas de alto impacto e capítulos em livros nacionais e internacionais; fatos que reforçam o reconhecimento da comunidade científica mundial frente à nossa produção de conhecimento. O presente projeto pretende tornar esta produção mais eficiente, viabilizando o aumento do número de alunos e pesquisadores envolvidos, expandindo o conhecimento sobre as alterações nervosas, hormonais, cardiovasculares, termorreguladoras e comportamentais durante e após a inflamação sistêmica experimental induzida por injeção de endotoxina.

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