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Profundidade de emergência e interferência de Sporobolus indicus L. em convivência com forrageiras

Processo: 21/04069-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Pedro Luis da Costa Aguiar Alves
Beneficiário:Laura Greghi Batista
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Matologia   Pastagens   Plantas daninhas   Plantas forrageiras   Densidade   Delineamento experimental   Análise de variância   Teste de Tukey

Resumo

Uma enorme porcentagem das pastagens brasileiras encontra-se degradada por plantas daninhas, sendo as gramíneas as mais difíceis de se manejar, por apresentarem semelhança morfológica, fisiológica e bioquímica com a espécie forrageira. Além disso, elas formam um grande banco de sementes no solo, com predominância de sementes dormentes, causando prejuízos econômicos à atividade pecuária. Estudos sobre a densidade de Sporobolus indicus L. em convivência com as plantas forrageiras de pastagens e sobre a profundidade de germinação ideal dela, em diferentes texturas do solo e cobertura, são importantes para orientar o produtor a realizar o seu controle e auxiliar na elaboração de manejo com maior eficácia. Diante disso, objetivou-se determinar a profundidade de emergência de S. indicus e avaliar o desempenho de espécies forrageiras Urochloa brizantha cv. Marandu e Arachis pintoi, em convivência com densidades crescentes da planta daninha, visando determinar a densidade crítica. Os dois experimentos serão realizados em área anexa ao Laboratório de Plantas Daninhas - LAPDA, da FCAV-UNESP. No primeiro experimento, S. indicus será semeado em recipientes a diferentes profundidades, ocorrendo avaliações diárias de emergência e, ao final, de acúmulo de massa seca. No segundo, S. indicus, U. brizantha e A. pintoi serão semeadas previamente em bandejas e, posteriormente, as mudas serão transplantadas para vasos convivendo com densidades crescentes de S. indicus; serão avaliados altura das gramíneas, comprimento do ramo dominante da leguminosa e teor de clorofila de ambas. O delineamento em ambos os experimentos será em blocos casualisados com 4 repetições. Os dados obtidos nos dois experimentos serão submetidos à análise de variância pelo teste F e, havendo significância, será realizado o teste de Tukey (p>0,05). (AU)

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