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Aspectos da emergência da febre amarela na Serra da Cantareira, Região Metropolitana de São Paulo - Brasil

Processo: 21/03973-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Entomologia e Malacologia de Parasitos e Vetores
Convênio/Acordo: MRC, UKRI ; Newton Fund, com FAPESP como instituição parceira no Brasil
Pesquisador responsável:Ester Cerdeira Sabino
Beneficiário:Bianca Costa Silva
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/14389-0 - Centro Conjunto Brasil-Reino Unido para Descoberta, Diagnóstico, Genômica e Epidemiologia de Arbovírus (CADDE), AP.TEM
Assunto(s):Entomologia   Febre amarela   Vírus da febre amarela

Resumo

A febre amarela é uma arbovirose zoonótica de elevada letalidade que acomete primatas humanos e não humanos. É causada por vírus da família Flaviviridae e transmitida por mosquitos da família Culicidae, dos quais se destacam algumas espécies das tribos Aedini e Sabethini. A expansão da febre amarela pela região extra-amazônica ganhou forte impulso nos últimos vinte anos, sendo a vigilância de epizootias uma das principais ferramentas de detecção da circulação viral em novas áreas ou novos ciclos epidêmicos. Em São Paulo, após os surtos de 2000 e 2008 no Noroeste e em 2009 no Centro-Sul do estado, iniciou-se, em 2016, uma epidemia que atingiu todas as regiões metropolitanas, zona costeira e grandes faixas contínuas de Mata Atlântica preservada. A região da Serra da Cantareira se destacou neste período como uma das áreas mais afetadas, incluindo os Parques Estaduais Alberto Löfgren (PEAL) e da Cantareira (PEC), além de diversos bairros de municípios de seus entornos. No presente estudo, buscaremos investigar a circulação e manutenção do vírus da febre amarela (transmissão horizontal e vertical) em mosquitos coletados no PEAL, PEC e município de Mairiporã, após extrema mortalidade das populações locais de Alouatta guariba clamitans (bugio-ruivo), principal hospedeiro amplificador do vírus. Além disso, verificaremos o hábito alimentar destes mosquitos por identificação molecular de fontes sanguíneas, inclusive das diferentes espécies de primatas não humanos (PNHs). A análise conjunta dos resultados da ocorrência de grupos de PNHs, com a fauna de mosquitos, hábito alimentar e infectividade permitirá discutir os possíveis hospedeiros envolvidos no potencial estabelecimento de ciclo enzoótico em área de transmissão extra-amazônica, sobre a qual não há conhecimento prévio. (AU)

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