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Usinas hidrelétricas de grande porte e pequenas centrais hidrelétricas na Região Amazônica: comparação dos impactos cumulativos e sinérgicos

Processo: 20/07372-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Evandro Mateus Moretto
Beneficiário:Silvia Sayuri Mandai
Instituição-sede: Instituto de Energia e Ambiente (IEE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/17113-9 - Depois das hidrelétricas: processos sociais e ambientais que ocorrem depois da construção de Belo Monte, Jirau, e Santo Antônio na Amazônia Brasileira, AP.SPEC
Assunto(s):Ciência ambiental   Usinas hidrelétricas   Barragens   Uso do solo   Cobertura do solo   Rio Madeira   Amazônia

Resumo

As Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) estão em crescimento em várias regiões, inclusive em Rondônia, alavancadas por políticas e incentivos econômicos. Nesse contexto, há o senso comum de que as PCHs apresentam menos impactos ambientais negativos que as Usinas Hidrelétricas (UHEs), porém, essa assertiva tem sido questionada. Ainda, apesar da longa história das hidrelétricas na Região Amazônica, seus efeitos ainda são subestimados no planejamento e na tomada de decisões. Assim, a pergunta de pesquisa é "Os impactos cumulativos e sinérgicos de um conjunto de PCHs são maiores que os de UHEs?", e o objetivo é comparar as dinâmicas de uso agropecuário e cobertura vegetal de pequenas propriedades à jusante dos rios com UHEs e PCHs em cascata no estado de Rondônia, considerando a cumulatividade e sinergia de seus impactos na fase de operação. Para tanto, serão consideradas três cascatas nas sub-bacias Guaporé e Machado, com 11 PCHs, e nos rios Madeira e Jamari, com 3 UHEs. O projeto usará dados de sensoriamento remoto (Landsat-8 e Sentinel-2), do MapBiomas, do Cadastro Agrícola Rural, com base em classes agropecuárias e de fitofisionomia, as quais serão validadas e detalhadas em campo. Será empregada a modelagem LuccME para analisar mudanças no uso e cobertura da terra em pequenas propriedades e, a partir de trajetórias individuais para cada UHE e PCH, serão elaboradas as trajetórias cumulativas e sinérgicas a partir do período de operação comparadas com os cenários retrospectivos de não ocorrência do empreendimento. Também serão analisadas as modificações nos regimes dos fluxos e qualidade da água dos rios com as alterações na vazão à jusante. As PCHs e UHEs serão comparadas tomando como base cada Km² da unidade hidrográfica. (AU)

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