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Educação interprofissional em Saúde: a realidade dos cursos de graduação

Processo: 20/11482-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Pesquisador responsável:Daniela Regina Molini-Avejonas
Beneficiário:Heloisa Adhmann Ferreira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Educação interprofissional   Saúde pública   Ensino superior   Instituições acadêmicas   Estudos interdisciplinares   Estudos transversais

Resumo

A Educação Interprofissional em Saúde ocorre quando duas ou mais profissões aprendem sobre os outros, com os outros e entre si para a efetiva colaboração e melhora dos resultados. Já a prática colaborativa ocorre quando profissionais de saúde de diferentes áreas prestam serviços com base na integralidade, envolvendo os pacientes e suas famílias, cuidadores e comunidades para atenção à saúde da mais alta qualidade em todos os níveis da rede de serviços (incluindo o trabalho clínico e não clínico relacionado à saúde, como diagnóstico, tratamento, vigilância, comunicação em saúde, administração e engenharia sanitária). Ou seja, para alcançar um cuidado integral, faz-se necessário que práticas colaborativas sejam realizadas de maneira eficiente a partir do momento em que os próprios profissionais da saúde tenham tido a oportunidade de uma educação interprofissional. O Ministério da Educação preconiza o princípio da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão pois são os pilares que irão estimular a formação de profissionais de elevada qualificação técnica, científica, tecnológica e acadêmica, bem como a atuação profissional pautada pelo crítico, guiado pela cidadania e com função social da educação superior. As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) esperam daqueles que irão se graduar na área da saúde um perfil de profissional generalista, humanista, crítico, reflexivo, pró-ativo e criativo. Prevendo que o processo de formação seja articulado, pautado e direcionado ao SUS e que garanta a atenção das reais necessidades de saúde da população. Concernente a isso, torna-se imprescindível para a formação: o desenvolvimento de habilidades para o trabalho interprofissional, bem como o engajamento das diferentes profissões na discussão do cotidiano de trabalho, ou seja, a orientação à integralidade do cuidado e a articulação entre ações e serviços em redes de atenção no SUS vêm requerendo novas capacidades dos profissionais para uma atuação colaborativa em equipes multiprofissionais. Nesse cenário, enfrentamos obstáculos decorrentes de práticas fragmentadas tanto na formação profissional quanto no trabalho em saúde. Com isso, esta pesquisa tem como objetivo avaliar a disponibilidade dos estudantes das universidades públicas do estado de São Paulo para o aprendizado compartilhado com alunos de outras áreas. O estudo será realizado de forma transversal, observacional, descritivo e de abordagem quantitativa através da "Readiness for Interprofessional Learning Scale (RIPLS)" traduzida e validada para o português.

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