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Populações tradicionais em áreas protegidas: dinâmicas socioambientais e gestão de Unidades de Conservação no Mosaico Baixo Rio Negro, no Amazonas

Processo: 21/05260-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Sociais Aplicadas - Demografia - Distribuição Espacial
Convênio/Acordo: FAPEAM
Pesquisador responsável:Álvaro de Oliveira D'Antona
Beneficiário:Bianca Vasconcellos Krauze Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:20/08242-7 - Populações tradicionais em áreas protegidas: dinâmicas socioambientais e gestão de Unidades de Conservação no Mosaico Baixo Rio Negro, no Amazonas, AP.R
Assunto(s):Áreas de conservação   Distribuição espacial da população   Dinâmica de populações   Sistema de informação geográfica (SIG)   Mobilidade

Resumo

O propósito é estudar a distribuição e a mobilidade espacial da população tradicional no Mosaico de Unidades de Conservação do Baixo Rio Negro (MBRN), desde o ano 2000, relacionando-as com as políticas de gestão das Unidades de Conservação (UC) e com os impactos na cobertura da terra. Ao considerar a configuração territorial no MBRN, o trabalho tem aplicações nos estudos de População e Ambiente e para a gestão das UC. As UC são centrais para a biodiversidade da Amazônia e uma garantia para populações tradicionais. A mobilidade espacial da população das unidades e do entorno, pela qual se relacionam lugares e processos, é um dos desafios de gerenciamento, requerendo análises microrregionais. O trabalho integrará bases de dados em um Sistema de Informações Geográficas (SIG-BRN), tendo por referência o Sistema de Monitoramento Demográfico e Econômico (SIMDE) e as dimensões consideradas no projeto. A estruturação do SIG-BRN comum às UCs congregará dados cadastrais existentes e dados coletados em campo grupos focais nas comunidades; questionários em 30% das unidades domésticas nas UC e nas porções com populações tradicionais que acessam as UC. Imagens de sensoriamento remoto constituirão a matriz de transição da cobertura florestal a ser contraposta com a distribuição espacial da população e seus fluxos, produzindo o mapeamento das relações entre zoneamento das UC, dinâmicas populacionais e uso-cobertura da terra. Ampliar, organizar e integrar dados que auxiliem na gestão das UC é crucial para a área do estudo, assim como para as políticas ambientais no país. (AU)

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