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Desregulação do inflamassoma na ativação de neutrófilos e endotélio em resposta a SARS-CoV-2 e contribuição para desenvolvimento de COVID-19 grave

Processo: 20/15323-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2023
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia - Imunogenética
Pesquisador responsável:Alessandra Pontillo
Beneficiário:Vinícius Nunes Cordeiro Leal
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Inflamassomos   Neutrófilos   Endotélio   SARS-CoV-2   Betacoronavirus   COVID-19   Proteína 3 que contém domínio de pirina da família NLR   Imunopatogênese

Resumo

A pandemia da COVID-19 é causada pelo vírus emergente SARS-COV-2, sendo responsável por mais de 1 milhão de mortes em todo o mundo. A imunopatologia da COVID-19 é caracterizada por uma inflamação sistêmica com alterações hematológicas significativas como neutrofilia e linfopenia e uma produção exacerbada de citocinas inflamatórias responsáveis por um quadro de sepse viral nos casos mais graves da doença. Dentre as citocinas marcadamente desreguladas durante a infecção por SARS-COV-2, destacam-se a IL-1² e IL-18, ambas decorrentes da ativação do inflamassoma. O inflamassoma é um complexo multiproteico ativado em resposta a diversos PAMPs e DAMPs (padrões moleculares associados a patógenos e dano respectivamente) os quais são reconhecidos por distintos receptores citosólicos, sendo o NLRP3 um dos mais conhecidos e estudados. No contexto da infecção por SARS-COV-2, dados recentes apontam para uma ativação direta do NLRP3 em macrófagos, porém pouco se sabe sobre uma possível ativação do NLRP3 em outros tipos celulares como neutrófilos ou células endoteliais. Estudos recentes apontam que ambas as células são capazes de ativar o NLRP3 inflamassoma e estão envolvidas na patogênese de doenças infecciosas, inflamatórias e coagulopatias similares a COVID 19. Nesse sentido, pretendemos investigar o perfil de ativação do NLRP3 inflamassoma em neutrófilos e células endoteliais com enfoque na gravidade da doença bem como o papel da genética do inflamassomana variabilidade interindividual de manifestação clínica, possibilitando não somente uma melhor compreensão da imunopatogênese da doença mas também a identificação de possíveis alvos terapêuticos auxiliando no enfrentamento da pandemia. (AU)

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