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Sistemática do grupo de Vellozia luteola (Velloziaceae) da Cadeia do Espinhaço e dos inselbergues da costa leste do Brasil

Processo: 20/15903-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Botânica - Taxonomia Vegetal
Pesquisador responsável:Jenifer de Carvalho Lopes Dantas
Beneficiário:Renato Albuquerque Magri
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Campos rupestres   Filogenia molecular

Resumo

Velloziaceae é uma família de plantas com cerca de 250 espécies de distribuição, predominantemente, anfiatlântica, sendo que a maioria delas ocorre na América do Sul. No Brasil, as Velloziaceae habitam, principalmente, os campos rupestres, que apresentam altas taxas de endemismo, nesses ambientes as espécies da família são os elementos predominantes dos afloramentos rochosos. A família conta com cinco gêneros que apresentam a seguinte relação filogenética (Acanthochlamys (Xerophyta (Barbacenia (Barbaceniopsis, Vellozia)))). Vellozia possui diversos grupos informais, dentre eles o grupo de Vellozia luteola, que conta, atualmente, com três espécies. No entanto, há cerca de mais seis outras espécies que compartilham as sinapomorfias do grupo, totalizando nove espécies no grupo de Vellozia luteola. Dessas nove espécies, sete ainda não foram oficialmente descritas e ocorrem nos campos rupestres da porção norte da Cadeia do Espinhaço em Minas Gerais e nos inselbergues do centro sul da Bahia. O presente estudo tem como objetivo principal estudar a sistemática do grupo de Vellozia luteola. Para tanto, três novas espécies do grupo serão oficialmente descritas; um tratamento taxonômico para o grupo de Vellozia luteola será elaborado, que incluirá, descrições das espécies, chaves de identificação, mapas de distribuição, status de conservação, análise filogenética do grupo e a atualização da chave de identificação para as espécies da região de Grão-Mogol. Os resultados desse trabalho serão publicados em revistas científicas nacionais e internacionais.

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