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Metabolômica aplicada à tipificação e adulteração de méis florais produzidos nos estados de São Paulo e Santa Catarina

Processo: 21/01905-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Acordo de Cooperação: CONFAP - Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa
Pesquisador responsável:Giuseppina Pace Pereira Lima
Beneficiário:Gean Charles Monteiro
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/27227-1 - Metabolômica aplicada à tipificação e adulteração de méis florais produzidos nos estados de Santa Catarina e São Paulo, AP.R
Assunto(s):Química de alimentos   Propriedades químicas   Composição química   Adulteração de alimentos   Mel   Aminas biogênicas   Aminoácidos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:adulteração | Aminas biogênicas | aminoácidos | Análises físico-químicas | analises isotopicas | alimentos

Resumo

Dentre os alimentos mais frequentemente adulterados destacam-se o mel, o azeite e o leite. A crescente busca por alimentos mais saudáveis, associada aos benefícios à saúde humana do mel contribuem ao seu alto valor de mercado, tornando-o propenso à falsificação, geralmente por adição de sacarose ou suplementação da alimentação das abelhas com outras fontes de açúcares. Este projeto atende à demanda dos setores apícolas de SC e SP à caracterização química de méis florais produzidos naqueles Estados. Amostras de méis de regiões geográficas de SC (11) e SP (10) serão coletadas no verão e primavera (2020 e 2021) e analisadas quanto à sua composição química, utilizando plataforma analítica típica de estudos metabolômicos. A estratégia experimental assume a relação de complementaridade das técnicas analíticas propostas à identificação de metabólitos associados à i. adulteração (i.e., IRMS), ii. efeitos biológicos (HPLC) e iii. tipificação (RMN e NIR) de amostras de méis, permitindo a construção de modelos de classificação robustos e confiáveis na análise daquele alimento. A proposta congrega três ICTs de excelência: UFSC/Laboratório de Morfogênese e Bioquímica Vegetal, UNESP - Botucaty/Laboratório de Bioquímica Vegetal e Laboratório Nacional de Biociências (LNBio/CNPEM, Campinas). A equipe de pesquisadores associa as competências em bioquímica, metabolômica e bioinformática da UFSC, em bioquímica e fisiologia vegetal da UNESP-Botucatu e em RMN do LNBio, compondo um cenário interdisciplinar necessário e suficiente à execução do projeto. Entende-se que dada à complexidade de estudos metabolômicos aplicados a amostras quimicamente complexas e variáveis como os méis, requer-se dos investigadores um conjunto de mais-valias complementares, e.g., análise orgânica instrumental, química, bioquímica, ciência dos alimentos e bioinformática, de modo a extrair informações relevantes de um mega-conjunto de dados (omics) gerados pelas técnicas de alto rendimento analítico (i.e., high throughput) adotadas. O conjunto de dados gerado permitirá a caracterização química relativamente completa de sistemas complexos como os méis, identificando padrões de composição química afins às regiões de origem/sazonalidade e o estabelecimento de modelos de classificação baseados em perfis químicos peculiares, além da detecção de adulterações e eventuais marcadores bioquímicos associados às regiões produtoras. Os resultados subsidiarão a tipificação dos méis de SC e SP, uma demanda constante do setor produtor à detecção de produtos adulterados nos mercados interno e externo.

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