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Os caranguejos chama-maré usam a visão para se guiar debaixo dágua: o efeito da variação de marés nas respostas antipredatórias de Leptuca thayeri

Processo: 20/15680-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de junho de 2021
Vigência (Término): 31 de maio de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Comportamento Animal
Pesquisador responsável:Tânia Marcia Costa
Beneficiário:Caio Augusto Paula
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB-CLP). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus Experimental do Litoral Paulista. São Vicente , SP, Brasil
Assunto(s):Ecologia comportamental   Mecanismos de defesa   Análise de variância   Mares   Caranguejo   Caça predatória

Resumo

Os caranguejos chama-maré são animais territoriais, construtores de tocas e que vivem na zona do entremarés. Eram considerados ativos apenas durante a maré baixa, no entanto algumas espécies também são ativas na maré alta. Além da importância ecológica dos chama-maré, estes caranguejos são uma parcela significativa da alimentação de algumas aves estuarinas. Assim, nesse projeto realizaremos ensaios laboratoriais para avaliar se a variação de marés (alta e baixa) afeta a resposta comportamental do caranguejo chama-maré Leptuca thayeri a um estímulo visual do modelo do predador, a garça-azul Egretta caerulea. Para avaliar o efeito do predador faremos três tratamentos na maré alta e os mesmos três na maré baixa: 1) modelo do predador, 2) bola de isopor, 3) sem nenhum objeto (tratamento controle). Durante os experimentos, os terrários serão observados por 10 minutos (duas observações de 5 minutos, separadas pela oferta do estímulo visual), sendo 5 minutos de pré-estímulo e 5 minutos de pós-estímulo. Testaremos se os caranguejos alteram seu comportamento nas diferentes marés analisando as variáveis respostas: fuga do estímulo visual; latência para primeira resposta; caranguejo se entocar; latência para se entocar pela primeira vez; latência entocado; permanecer na borda da toca; e entrar e sair da toca. Os dados serão calculados com base no delta (pós-estímulo menos pré-estímulo) das diferentes respostas dadas pelos caranguejos nas distintas marés, nas observações replicadas. Os dados serão confrontados quanto a sua normalidade e homocedasticidade, sendo submetidos posteriormente, de acordo com os resultados, a um dos testes (teste de variância; teste de Kruskal-Wallis). (AU)

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