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Caracterização imunoistoquímica de células dendríticas plasmocitoides na queilite actínica e no Carcinoma Espinocelular de lábio Inferior

Processo: 21/01544-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Jorge Esquiche León
Beneficiário:Felipe Henrique Corrêa
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (FORP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Patologia bucal   Carcinoma de células escamosas   Queilite   Células dendríticas   Microambiente tumoral   Imuno-histoquímica

Resumo

A queilite actínica (QA) é uma desordem potencialmente maligna afetando principalmente o vermelhão do lábio inferior. Estudos indicam que entre 3% a 20% dos casos de QA podem evoluir para carcinoma espinocelular (CEC) do lábio inferior (CECLI). O fator de risco associado com a patogênese da QA é a exposição crônica à radiação solar; no entanto, outros estudos também favorecem a influência de hábitos nocivos(álcool, fumo). Na QA, a detecção de displasia epitelial pela microscopia, é umimportante fator prognóstico; porém, o microambiente celular contendo infiltração decélulas imunes com perfil antitumoral ou pró-tumoral, em relação à carcinogênese labial, precisa ser melhor esclarecido. Nesse contexto, alguns estudos avaliam a presença de células dendríticas (CDs) na QA e CEC-LI; porém, o papel das CDs plasmocitoides(CDp) na carcinogênese labial, precisa ser melhor esclarecido. As CDp secretam grandesquantidades de interferon tipo 1 (IFN-1) em resposta à infecção viral. Além disso, váriosestudos indicam que as CDp, sem tipificar seu estágio de maturação, também são responsáveis por participar em mecanismos imunológicos no microambiente tumoral, favorecendo atividades pró-tumorais. Esses mecanismos são desconhecidos nacarcinogênese labial. Diante disso, o objetivo do presente trabalho é avaliar a presença edistribuição de CDp, incluindo seus estágios de maturação (CDp madura, CD123+; CDpimatura CD123+/CD303+) em biópsias de QA (n=25) e CEC-LI (n=25), por meio de análise imunoistoquímica, visando compreender melhor os seus mecanismos tumorigênicos, com implicações prognósticas e imunoterapêuticas.

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