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Relações entre as descargas atmosféricas e urbanização

Processo: 21/02402-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências
Pesquisador responsável:Jean Pierre Henry Balbaud Ometto
Beneficiário:Ana Paula Paes dos Santos
Instituição-sede: Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (Brasil). São José dos Campos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/22269-2 - Transição para sustentabilidade e o nexo água-agricultura-energia: explorando uma abordagem integradora com casos de estudo nos biomas Cerrado e Caatinga, AP.PFPMCG.TEM
Assunto(s):Urbanização   Eletricidade atmosférica   Descarga atmosférica   Microclima urbano   Mudança climática   Aquecimento global   Indicadores

Resumo

Eventos atmosféricos extremos são aqueles que fogem ao padrão climático médio de um determinado período de tempo, podendo ocorrer em diferentes escalas temporais. Até o presente, apenas uns poucos estudos conseguiram demonstrar que eventos extremos específicos estão associados diretamente com as mudanças climáticas decorrentes do aquecimento global (SIPPEL & OTTO, 2014). Contudo, estes estudos são insuficientes para identificar tendências de aumento da ocorrência de eventos extremos de curta duração nas últimas décadas em decorrência do aquecimento global, em parte devido às limitações nos dados existentes, em parte devido à dificuldade de distingui-los dos eventos decorrentes de causas ditas naturais. Nessa temática, sabe-se que a construção e a expansão das cidades alteram o ambiente local, afetando o equilíbrio energético, a umidade e os regimes de circulação atmosférica perto da superfície (OKE, 1985). Algumas das diferenças entre os climas urbanos e rurais incluem qualidade do ar, circulação dos ventos, mudanças nos padrões de precipitação, efeito de ilha de calor e o aumento da incidência de descargas atmosféricas (HAN et al. 2014; NACCARATO et al. 2003). A maioria destas modificações estão relacionadas com as emissões de poluição, fontes antropogênicas de calor, impermeabilização de superfícies, propriedades térmicas dos materiais, supressão vegetal e morfologia urbana (espaçamento, altura, orientação das edificações). Fatores secundários são topografia, proximidade de corpos d'água, tamanho da cidade, densidade populacional e a forma de uso da terra. (AU)

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