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Tragédia e transformação: o PCC e as curvas de homicídio no Triângulo Mineiro/MG

Processo: 20/13521-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2023
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Sociologia - Sociologia Urbana
Pesquisador responsável:Gabriel de Santis Feltran
Beneficiário:Thalia Giovanna Marques de Sousa
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):21/14606-4 - Se queres paz, prepare-se para a guerra: a regulação da violência entre o PCC, a polícia e os mercados no Triângulo Mineiro, Brasil, BE.EP.MS
Assunto(s):Etnografia   Crime   Crime organizado   Organizações criminosas   Primeiro Comando da Capital (PCC)   Homicídio   Triângulo Mineiro   Minas Gerais
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Etnografia | Homicídios | Minas Gerais | Pcc | mundo do crime

Resumo

Desde o início dos anos 2000, a literatura etnográfica sobre o "mundo do crime" no Brasil anunciou a hegemonia do Primeiro Comando da Capital no estado de São Paulo, berço da facção. Esta literatura sugeriu a implicação direta dessa hegemonia, em contexto de expansão do encarceramento, na redução nas taxas de homicídio no estado. Em Minas Gerais, a expansão do PCC também modificou as dinâmicas criminais de modo notável. Considerando, no entanto, a plasticidade inerente à organização da facção, que a permite se moldar de acordo com cada contexto, e as diferentes configurações criminais já existentes nos locais para os quais ela se expande, minha questão de pesquisa é: qual a relação entre a flutuação das taxas de homicídios no Triângulo Mineiro e a presença do PCC na região? O objetivo deste projeto, assim, é verificar como a expansão do PCC para o Triângulo Mineiro - MG impacta as taxas de homicídios da região. Estudaremos de modo comparativo três municípios: Uberlândia, Uberaba e Araguari, cotejando a flutuação das taxas de homicídios locais a dados qualitativos sobre as dinâmicas homicidas nas localidades, obtidos em etnografia (virtual e presencial), entrevistas e análise de reportagens detalhadas sobre homicídios em série. (AU)

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