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Identificação da presença de vírus específicos de mosquitos (ISV) em Aedes aegypti e sua correlação espaço-temporal com a distribuição de arbovírus em São José do Rio Preto

Processo: 21/01260-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada
Pesquisador responsável:Maurício Lacerda Nogueira
Beneficiário:Caio Patuto Pereira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Virologia   Infecções por Arbovirus   Aedes aegypti   Febre de Chikungunya   Análise espaço-temporal   Estudos epidemiológicos   São José do Rio Preto (SP)

Resumo

Desde que foram relatados os primeiros casos de arboviroses no Brasil, o país sofre constantemente com epidemias de doenças transmitidas por mosquitos. O vetor com a maior importância para a saúde pública brasileira é o mosquito da família Culicidae, Aedes aegypti. Esse vetor é responsável pela transmissão de arboviroses endêmicas em todo o território nacional, com destaque para dengue, Zika, chikungunya e febre amarela. Embora a maioria dos casos não evoluam para quadros mais severos, há grande potencial para evolução crônica, ocorrência de sequelas severas e, em casos mais extremos, morte. Um dos meios de entender melhor as arboviroses é estudar a relação de vírus específicos de insetos (ISVs) e sua relação de interferência com os arbovírus patogênicos. Acredita-se que os vírus Phasi Charoen-Like virus (PCLV) e o Humaita-tubiacanga virus (HTV), ambos ISVs, podem ter uma relação de interferência com os arbovírus transmitidos por mosquitos Aedes aegypti, e essa interferência seria positiva para os humanos, onde os ISVs iriam interferir, por meio de uma relação de competição viral, na multiplicação e na transmissão dos vírus causadores de arboviroses. Este estudo visa identificar ISVs em uma região endêmica para arboviroses e correlacionar espacialmente e temporalmente sua presença com epidemias de dengue, Zika e chikungunya.

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