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Avaliação econômica e energética da ovinocultura paulista

Processo: 20/10039-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2021
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Produção Animal
Pesquisador responsável:Ives Cláudio da Silva Bueno
Beneficiário:Danny Alexander Rojas Moreno
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Ovinocultura   Avaliação econômica   Impactos ambientais   Teorias econômicas   Crescimento econômico   Economia ecológica

Resumo

O setor da ovinocultura brasileira apresentou crescimento significativo entre os anos 2008 e 2018, o rebanho efetivo aumentou cerca do 12,7% chegando a mais de 18,9 milhões de animais em 2018. Apesar disso, como a maioria dos setores pertencentes ao ramo agropecuário, há problemas de gerenciamento de custo, como também de impacto ambiental. No entanto, baseado na demanda e oferta da sociedade a Teoria Econômica Neoclássica, ainda vigente, pressupõe-se o crescimento econômico sem limites nos setores produtivos, ditando um comportamento desenfreado sobre os ecossistemas, afetando a resiliência da biosfera. Como alternativa, a Economia Ecológica tem como princípio fundamental o reconhecimento à limitação biofísica dos ecossistemas, como fonte primária na geração de serviços ecossistêmicos demandados pela sociedade. Assim, o objetivo deste estudo é realizar uma análise comparativa dos sistemas produtivos ovinos do Estado de São Paulo, por meio do cálculo de custo de produção de acordo aos preceitos da Teoria Econômica Neoclássica, e da Síntese Energética, embasada na Teoria da Economia Ecológica. Com essa análise pretende-se oferecer à cadeia produtiva ovina do Estado o entendimento do valor real fornecido pelos serviços ecossistêmicos da atividade. Para isso, será utilizada a metodologia de painel na delimitação das propriedades representativas que caracterizarão a criação de cordeiros nas principais regiões que conformam o Estado de São Paulo: Araçatuba, Bauru, Campinas, Marília, Presidente Prudente, São José do Rio Preto e Sorocaba. Após a caracterização dos sistemas será calculado o índice de custo de produção de cordeiro em cada região, o valor real dos serviços ecossistêmicos e o desempenho ambiental das regiões. Espera-se gerar conhecimento acerca do trabalho realizado pelos ecossistemas nos sistemas produtivos ovinos, que será divulgado periodicamente por meio de informativos técnico-científico. (AU)

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