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Avaliação de metabólitos de 11C-PK11195 em sangue venoso de pessoas com Síndrome de Down

Processo: 21/02272-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2021
Vigência (Término): 30 de abril de 2022
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Radiologia Médica
Convênio/Acordo: APAE São Paulo
Pesquisador responsável:Daniele de Paula Faria
Beneficiário:Gabrielle dos Santos Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:18/15167-1 - Neuroimagem translacional na deficiência intelectual: avaliação de alterações moleculares associadas ao envelhecimento na Síndrome de Down, AP.JP
Assunto(s):Medicina nuclear   Metabólitos   Síndrome de Down   Compostos radiofarmacêuticos   Cromatografia líquida de alta pressão

Resumo

As pessoas com síndrome de Down (SD) apresentam trissomia do cromossomo 21. Essa trissomia é tida como a principal razão da alta taxa de aparecimento da Doença de Alzheimer nos portadores de SD, e processos como neuroinflamação e deposição de placa beta-amiloide são processos que acontecem durante o envelhecimento. É possível avaliar neuroinflamação por imagem molecular in vivo, pela técnica de tomografia por emissão de pósitrons (PET), utilizando radiofármacos específicos, como é o caso do 11C-PK11195. O 11C-PK11195 se liga na proteína translocadora 18 kDa (TSPO) que é super expressa nas células gliais em caso de inflamação, sendo então detectadas pelo equipamento PET.A quantificação de imagens PET pode ser feita de maneira visual, semi-quantitativa e/ou quantitativa, sendo que para análise quantitativa é necessário informações de quantidade plasmática do radiofármaco, assim como de seus metabólitos radioativos. A maneira mais confiável para quantificação de metabólitos radioativos é a análise de sangue arterial por HPLC (High Performance Liquid Chromatography) acoplada a um detector de radiação. Neste projeto, o sangue venoso de pessoas com Síndrome de Down será avaliado por HPLC para quantificação de metabólitos radioativos, e estes dados serão comparados com dados de sangue arterial de pessoas saudáveis e com esclerose múltipla (dados já existentes em nosso laboratório). O objetivo desta comparação é padronizar a análise de sangue venoso, que é obtido de forma menos invasiva, para determinação de metabólitos radioativos do 11C-PK11195, de forma a deixar esta análise mais viável na população com síndrome de Down. (AU)

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