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Investigação dos efeitos do óleo essencial da folha de Eplingiella fruticosa complexado com beta-ciclodextrina em um modelo animal da doença de Alzheimer induzido por estreptozotocina

Processo: 20/12053-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2021
Vigência (Término): 31 de agosto de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Alessandra Mussi Ribeiro
Beneficiário:Vanessa Alexandre da Silva
Instituição-sede: Instituto de Saúde e Sociedade (ISS). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus Baixada Santista. Santos , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Demência   Anti-inflamatórios   Produtos naturais   Antioxidantes   Neuroproteção   Bioprospecção   Estreptozotocina   Modelos animais de doenças

Resumo

A doença de Alzheimer (DA) é a causa mais comum de demência em idosos. Estudos prévios têm apontado como possíveis mediadores da neurodegeneração uma deficiência precoce no metabolismo da glicose encefálica e na via de sinalização da insulina, que resultam em neuroinflamação, estresse oxidativo, ativação de astrócitos e microglias, apoptose celular, aumento na produção do peptídeo A² e disfunção da proteína Tau, que compõem a fisiopatologia da doença. Atualmente, um dos principais desafios relacionados à DA é o desenvolvimento de novos fármacos que impeçam a progressão da doença. Neste contexto, muitos compostos bioativos, derivados ou isolados de plantas, têm mostrado efeito neuroprotetor, antioxidante e anti-inflamatório no tratamento de doenças neurodegenerativas. Recentemente nosso grupo de pesquisa mostrou que óleo essencial da folha de Eplingiella fruticosa complexado com ²-ciclodextrina (²EF) tem efeito neuroprotetor em um modelo progressivo da Doença de Parkinson, e que talvez este efeito ocorreria devido a sua ação antioxidante. Assim, o objetivo deste estudo é investigar o potencial efeito neuroprotetor do ²EF em um modelo farmacológico de DA, induzido pela estreptozotocina (STZ) em ratos. Para isso, serão utilizados ratos Wistar machos, que receberão uma injeção de STZ (3 mg/kg, via i.c.v.) e serão tratados diariamente com ²EF (5 mg/kg, via oral). Durante o tratamento, serão realizados testes comportamentais (teste de preferência por sacarose, campo aberto, sensibilidade olfatória, alternância espontânea e tarefa de reconhecimento de objeto novo). No final do tratamento, os encéfalos serão coletados para realização de avaliação de expressão de proteínas através de imunoistoquímica para A² e citocinas IL-1² e IL-10 nas áreas encefálicas do bulbo olfatório, hipocampo e córtex cerebral.

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