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Investigação de alterações cerebrais em pacientes neurológicos sujeitos a diferentes tratamentos de reabilitação

Processo: 20/16571-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de abril de 2021
Vigência (Término): 31 de março de 2024
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Biomédica
Pesquisador responsável:Gabriela Castellano
Beneficiário:Bruna Mezzari Carlos
Instituição-sede: Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:13/07559-3 - Instituto Brasileiro de Neurociência e Neurotecnologia - BRAINN, AP.CEPID
Assunto(s):Reabilitação   Realidade virtual   Eletroencefalografia   Neurorretroalimentação   Estimulação transcraniana por corrente contínua   Ressonância magnética funcional

Resumo

Diversas tecnologias vêm sendo desenvolvidas para auxiliar na qualidade de vida e/ou na reabilitação motora e/ou cognitiva de pacientes neurológicos. Dentre elas, podemos citar tecnologias baseadas em realidade virtual (VR) para auxiliar e complementar a terapia de reabilitação motora em pacientes neurológicos; tecnologias baseadas na medição de sinais cerebrais (por exemplo, eletroencefalografia - EEG) e sua "devolução" ao paciente para treinamento de neurofeedback (NFBT), que supostamente tem potencial terapêutico para a melhoria da função cerebral em pacientes neurológicos e voluntários saudáveis; tecnologias robóticas, como próteses e exoesqueletos, nas quais a robotização visa auxiliar o paciente a refinar o controle da ferramenta, que pode funcionar como tecnologia assistiva (primeiro caso) ou de reabilitação (segundo caso); estimulação elétrica ou magnética do cérebro usando estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) ou estimulação magnética transcraniana (TMS), que se mostraram eficazes no tratamento de pacientes com deficiência motora ou neurológica. O objetivo deste projeto é estudar o efeito do uso de algumas dessas (ou todas) tecnologias (em comparação com opções mais tradicionais), em termos de possíveis alterações cerebrais, usando a ressonância magnética funcional (fMRI) e/ou a EEG. Mais especificamente, pretende-se investigar diferentes métodos de análise de dados de neuroimagem estrutural e funcional, de pacientes neurológicos sujeitos a terapias de reabilitação, ou de indivíduos sadios que estejam testando as diferentes abordagens terapêuticas. Os dados cerebrais estruturais e funcionais não invasivos tornaram-se a principal fonte de estudos cerebrais em macro escalas (em oposição à microescala, ou escala neuronal). Existem várias abordagens para analisar esses dados. Para dados estruturais existem métodos de análise volumétrica, morfológica ou baseada em multi-atlas, entre outros. Para dados funcionais existem métodos como análises baseadas em sementes, análise de componentes independentes (ICA) e análise de grafos. Cada método tem vantagens e desvantagens e também extrai diferentes tipos de informações dos dados. Portanto, é importante explorar esses diferentes tipos de análises e investigar o que eles podem nos informar sobre a reorganização cerebral em curso. (AU)

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