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Níveis de IGF-1 em idosos com doença de Alzheimer e Diabetes mellitus tipo 2

Processo: 20/11925-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Márcia Regina Cominetti
Beneficiário:Paloma Zanarelli
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Doença de Alzheimer   Diabetes mellitus   Demência   Biomarcadores   Fator de crescimento insulin-like I   Idosos
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:biomarcadores | Demência | diabetes mellitus | Doença de Alzheimer | idoso | igf-1 | Doença de Alzheimer e Diabetes Mellitus

Resumo

A Doença de Alzheimer (DA) é uma doença neurodegenerativa progressiva e gradual, que tem como principal característica a atrofia cortical, predominante no lobo temporal medial, na região do hipocampo e em nível microscópico há evidencia de perdas neuronais severas, devido ao acúmulo das placas senis e emaranhados neurofibrilares. Os resultados obtidos no estudo de Rotterdam mostraram que o Diabetes mellitus tipo 2 (DM2) aumenta o risco de desenvolver DA. Esses dados sugerem que a insulina possui um importante papel na atividade cerebral e na formação da memória. Logo, alguns autores chamaram a DA de "Diabetes tipo 3" (DM3) ou "diabetes cerebral". O fator de crescimento semelhante à insulina (IGF-1) é um importante fator para a neuroproteção, promovendo a sinaptogênese e neurogênese em resposta ao dano neuronal. Dessa forma, este projeto pretende investigar os níveis de IGF-1 em indivíduos com DA e DM2, seja isoladamente, ou na presença concomitante destas duas doenças. Para tal, os participantes serão divididos em quatro grupos (DA, DM2, DA+DM2 e controles saudáveis) de forma que possamos investigar o papel do IGF-1 nestas condições. Os níveis de IGF-1 serão investigados no plasma dos indivíduos e as coletas serão realizadas no Hospital Universitário/UFSCar. Este projeto faz parte de um estudo maior, financiado pela FAPESP (2019/02648-4). Todos os preceitos éticos serão seguidos, de acordo com a resolução 466/2012 do Conselho Nacional de Saúde. A detecção das alterações dos níveis de IGF-1 poderá contribuir clinicamente no sentido de uma nova abordagem dos tratamentos deste tipo de demência, verificando também os estados metabólicos e inflamatórios dos indivíduos, além de auxiliar para a melhor compreensão da biologia da doença em si. (AU)

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