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Estudo das propriedades ópticas e termoluminescentes de alexandritas brasileiras

Processo: 20/15626-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2021
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Minas - Pesquisa Mineral
Pesquisador responsável:Neilo Marcos Trindade
Beneficiário:Alexia Oliveira Silva
Instituição-sede: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo (IFSP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Luminescência   Absorção óptica   Radiação ionizante   Alexandrita   Propriedades ópticas   Termoluminescência   Microanálise   Microscopia eletrônica de varredura

Resumo

A alexandrita (BeAl2O4: Cr3+) é uma das variedades do crisoberilo que é amplamente encontrada no Brasil e recentemente vem sido estudada para atuar como um material dosimétrico por sua composição combinar BeO e Al2O3, óxidos mais utilizados comercialmente como dosímetro. Por se tratar de um mineral com potencial para o uso dosimétrico, é importante ter conhecimento dos efeitos da radiação ionizante nos centros absorvedores e emissores do material, a partir do uso das técnicas de absorção óptica e termoluminescência (TL). Estudos preliminares com radiação beta mostraram que a alexandrita exibe cinco picos TL (taxa de aquecimento de 1ºC/s) ~ 80ºC (I), 130ºC (II), 170ºC (III), 260ºC (IV) e 310ºC (V), dos quais os dois últimos picos apresentam características dosimétricas. A partir da curva de emissão TL é possível obter parâmetros cinéticos, como energia, fator de frequência e ordem cinética dos possíveis picos dosimétricos, que descrevem as características luminescentes do material. Complementarmente, para verificar a influência da radiação ionizante nas propriedades ópticas de alexandrita, os efeitos da pré e pós-irradiação nas bandas de absorção óptica, na região ultravioleta - visível, serão investigados. A composição química das amostras será obtida através da microanálise pela microscopia eletrônica de varredura (MEV). A pesquisa será realizada em colaboração com a Universidade de São Paulo.

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