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Investigando o espectro de variações de número de cópias genômicas (Copy Number Variation - CNV) em indivíduos com os fenótipos microcefalia ou macrocefalia

Processo: 20/15552-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Ana Cristina Victorino Krepischi
Beneficiário:Giovanna Civitate Bastos
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Genética médica   Neurodesenvolvimento   Genômica   Microcefalia   Macrocefalia   Coleta de dados

Resumo

Microcefalia e macrocefalia são fenótipos patológicos resultantes, majoritariamente, da alteração do volume craniano. Essas alterações podem ser consequência de fatores ambientais, como infecções intrauterinas ou congênitas, exposições teratogênicas ou injúrias vasculares; ou de causas genéticas, que incluem mutações em um único gene, variação no número de cópias genômicas, bem como grandes rearranjos cromossômicos estruturais e aneuploidias, como as trissomias. Com o surgimento de técnicas moleculares para análise cromossômica, como microarranjos genômicos, a importância da contribuição das variações de número de cópias genômicas (copy number variations - CNVs) para a variabilidade fenotípica humana, no espectro da variabilidade normal aos fenótipos de doença, tornou-se muito mais evidente. Estima-se que aproximadamente 20% das CNVs detectadas em indivíduos com doenças genéticas congênitas seriam causais, em especial aquelas relacionadas a distúrbios de neurodesenvolvimento, como é o caso dos fenótipos supracitados de microcefalia e macrocefalia. Buscaremos explorar a heterogeneidade genética associada à microcefalia e à macrocefalia, procurando identificar o espectro de loci genômicos nos quais CNVs ocorrem em associação a estes fenótipos. A estratégia da pesquisa será o levantamento de dados de pacientes cujos resultados de alterações de número de cópias e clínica estão depositados no banco de dados público DECIPHER, que conta com mais de 37.200 registros; assim como dos mais de 3.000 pacientes estudados por microarranjo genômico no Laboratório de Genética Humana do Instituto de Biociências da USP nos últimos 15 anos.

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