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O impacto da exposição materna a eventos adversos na infância sobre o neurodesenvolvimento neonatal

Processo: 20/15046-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2020
Vigência (Término): 30 de novembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Convênio/Acordo: National Institutes of Health (NIH)
Pesquisador responsável:Andrea Parolin Jackowski
Beneficiário:Vinicius Oliveira Santana
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/21612-0 - Adversidades materna, inflamação e neurodesenvolvimento: como os processos intergeracionais perpetuam as desigualdades em um ambiente com poucos recursos, AP.TEM
Assunto(s):Neurodesenvolvimento   Desenvolvimento infantil   Trauma emocional   Infância   Crianças

Resumo

A exposição à eventos adversos na infância (abuso emocional e físico dos pais, múltiplos episódios de violência e abuso sexual) está associada a efeitos deletérios no desenvolvimento de crianças e adolescentes, a baixo funcionamento, déficits cognitivos e predizem o desenvolvimento de transtornos depressivos e ansiosos ao longo da vida. Os estudos de imagem cerebral in vivo sugerem que, além de seu impacto funcional, a exposição a traumas emocionais graves pode causar alterações na estrutura cerebral. Além disso, o estresse precoce foi associado a alterações em sistemas cerebrais específicos implicados na psicopatologia do adulto. Os estudos com Ressonância Magnética (RM) fetal e com crianças na primeira infância proporcionaram uma melhor compreensão do neurodesenvolvimento nessas fases. Alguns estudos demonstram que a exposição materna a eventos adversos na infância está associada a um menor volume intracraniano da prole ao nascimento, o que podendo levar a alterações comportamentais, cognitivas e emocionais na infância. O principal objetivo deste projeto é avaliar a possível associação entre a exposição a eventos traumáticos maternos na infância e volume intracraniano e perímetro cefálico da prole. Serão avaliadas dois grupos de gestantes e suas proles, usuárias do Sistema Único de Saúde: um grupo de gestantes expostas à eventos adversos durante a infância e um grupo não-exposto. Entre duas e quatro semanas de vida, o neonato realizará um exame de Ressonância Magnética (RM) de crânio. A medida do volume cerebral será calculado a partir do processamento das imagens dos exames de RM. A circunferência cefálica também será aferida no dia do exame de RM do neonato, tendo em vista seu alto valor preditivo do volume cerebral em neonatos.

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