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Efeitos da toxina modificada Cry1Ab em Spodoptera frugiperda

Processo: 20/13537-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2021
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Ricardo Antonio Polanczyk
Beneficiário:Beatriz Batista Rocha
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Assunto(s):Entomologia   Manejo animal   Toxinas   Toxicidade   Suscetibilidade   Spodoptera frugiperda

Resumo

A lagarta-do-cartucho-do-milho Spodoptera frugiperda (J.E. Smith, 1797) é a principal praga na cultura do milho no Brasil e em diversos países do mundo. Uma das alternativas utilizadas para o manejo dessa praga é a utilização de plantas de milho transgênicas que expressam toxinas inseticidas produzidas pela bactéria Bacillus thuringiensis (Bt) (milhoBt). No entanto, problemas causados pela evolução de resistência desta espécie têm ameaçado a sustentabilidade da tecnologia e limitado a produtividade da cultura. No Brasil, entre as tecnologias de milho Bt atualmente utilizadas para o controle de S. frugiperda, se destaca a tecnologia Power Core" (PW) que expressa as toxinas Cry1F, Cry1A.105, e Cry2Ab2. No entanto, a diminuição da suscetibilidade de S. frugiperda à esta tecnologia tem sido relatada. Uma alternativa a esse problema está na utilização de proteínas de Bt modificadas com maior toxicidade para a praga alvo e, que sobretudo sejam capazes de matar insetos resistentes. Os objetivos do presente projeto são: (1) avaliar a suscetibilidade de uma população de S. frugiperda resistente à tecnologia PowerCore (Sf-PW) às diferentes toxinas modificadas de Cry1Ab; (2) avaliar os efeitos subletais destas toxinas sobre esta população e em sua prole. Este trabalho visa fornecer uma importante estratégia para o manejo de insetos resistentes, uma vez que estas proteínas modificadas geneticamente podem ter a capacidade de controlar insetos que já são resistentes as proteínas Bt atuais, bem como, as tecnologias Bt que ainda estão sendo utilizadas e que há risco de evolução de resistência a campo.

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