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Explorando os metabólitos de Malouetia tamaquarina (Apocynaceae) contra doenças tropicais neglegenciadas

Processo: 20/01092-0
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de fevereiro de 2021
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica
Pesquisador responsável:Mônica Tallarico Pupo
Beneficiário:Kamila Tomoko Yuyama
Supervisor no Exterior: Thomas J. Schmidt
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Munster, Alemanha  
Vinculado à bolsa:19/09067-7 - Descobrindo o potencial dos metabólitos secundários de Malouetia tamaquarina (Apocynaceae) e seus endofíticos contra doenças tropicais neglegenciadas, BP.PD
Assunto(s):Tripanossomíase   Doenças negligenciadas   Doenças endêmicas   Alcaloides   Produtos naturais   Fármacos

Resumo

Tripanossomíases (Doença de Chagas e Tripanossomíase Humana Africana - HAT) são as doenças tropicais negligenciadas (DTN) mais graves que afetam em torno de 6 a 7 milhões de pessoas em condições de pobreza na América Latina e regiões endêmicas em 36 países da África Subsariana. A doença de Chagas e o HAT são causados por protozoários do gênero Trypanosoma, cujos vetores são da família Triatominae (barbeiros) na América Latina e Glossinidae (tsé-tsé mosquitos) na África, respectivamente. O tratamento dessas tripanossomíases é muito complicado, devido aos medicamentos convencionais serem tóxicos ou causarem reações adversas graves, não existindo vacinas disponíveis. Além disso, um estudo recente de uma planta da África Ocidental pertencente a família Apocynaceae, Holarrhena africana, conduzido pelo grupo do Prof. Schmidt na Alemanha, demonstrou uma atividade promissora contra T. brucei rhodesiense. Uma vez que os metabólitos secundários das plantas demonstraram ótimos resultados na busca de novas drogas contra DTNs, nosso objetivo é investigar o potencial da Malouetia tamaquarina, uma planta amazônica pertencente à mesma família e tribo de H. africana, contra as DTN, principalmente a tripanossomíase. Para isso, este projeto será realizado em cooperação com a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo (FCFRP-USP) e o Instituto de Biologia Farmacêutica e Fitoquímica (IPBP), Westfälischen Wilhelms-Universität Münster (WWU). O grupo de pesquisa do Prof. Dr. Thomas Schmidt possui toda a experiência com os metabólitos das plantas da família Apocynaceae e os equipamentos necessários para o sucesso deste projeto. (AU)

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