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Estratégias governamentais para a descarbonização no setor de transporte coletivo urbana na Região Metropolitana da cidade de São Paulo (SP), Brasil

Processo: 20/12521-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 30 de setembro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Ciência Política - Políticas Públicas
Pesquisador responsável:Drielli Peyerl
Beneficiário:Ana Clara Antunes Costa de Andrade
Instituição-sede: Instituto de Energia e Ambiente (IEE). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/18208-8 - Transições na história da energia: desenvolvimento e novas perspectivas sobre o gás natural no Brasil, AP.JP
Assunto(s):Combustíveis alternativos   Tecnologia   Transporte coletivo   Região metropolitana   São Paulo (SP)   Governamentalidade   Mudança climática

Resumo

Atualmente, os ônibus urbanos representam menos de 1% da frota de veículos da região metropolitana de São Paulo, mas respondem por 21% das emissões veiculares, principalmente devido a utilização do diesel como combustível. No transporte à combustão assume o papel predominante nos deslocamentos cotidianos da população, respondendo por grande parte das emissões de poluentes dos grandes centros urbanos. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar estratégias governamentais para a redução gradativa nas emissões de poluentes no transporte coletivo urbano na região metropolitana de São Paulo. Uma das alternativas para a descarbonização do setor de transporte coletivo urbano centra-se numa combinação de tecnologias e combustíveis alternativos. O etanol, hidrogênio, elétrico e gás natural são os combustíveis em questão mais cotados para essa substituição, cada um com suas especificidades, vantagens e desvantagens. Dessa forma, visando uma economia de baixo carbono no setor de transporte no estado de São Paulo, esse estudo foca na promoção de medidas de eficiência, melhorias na infraestrutura de transporte coletivo e nos desafios tecnológicos, nos impactos ambientais, e nas políticas de mudanças climáticas. Com a utilização desses combustíveis, considerados alternativos, planeja-se diminuir os gases do efeito estufa, principalmente do CO2, no transporte coletivo urbano.

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