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Identificação de genes relacionados ao estresse por calor em ovinos Santa Inês

Processo: 19/22226-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2022
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Zootecnia - Ecologia dos Animais Domésticos e Etologia
Pesquisador responsável:Cristiane Gonçalves Titto
Beneficiário:Messy Hannear de Andrade Pantoja
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Biometeorologia   Estresse térmico   Ovelha Santa Inês

Resumo

O cenário atual de mudanças climáticas tem acentuando a frequência de ondas de calor e elevado a temperatura média em diferentes regiões do mundo, expondo cada vez mais os animais a situações ambientais estressantes. Assim, é importante estudos acerca da adaptação dos animais a eventos meteorológicos extremos ou a mudanças climáticas mais rápidas e como o animal é capaz de responder a esses eventos e qual será o impacto em seu desempenho termolítico. O objetivo geral do estudo é a identificação de genes na pele relacionados ao estresse térmico, após caracterização da tolerância ao calor pelas alterações fisiológicas, metabólicas, e comportamentais, tendo como modelo a raça Santa Inês. O experimento será conduzido no Campus Fernando Costa (FZEA) da Universidade de São Paulo, Brasil. Serão utilizadas 80 ovelhas da raça Santa Inês (pelagem preta), distribuídas aleatoriamente em 4 grupos experimentais (20 animais), cada grupo será mantido 7 dias na Câmara climática com temperatura média de 36°C (10h00 às 16h00) e com manutenção de 24°C das 16h00 às 10h00. A temperatura intravaginal será mensurada continuamente durante cada ciclo e ao final de cada ciclo (dias 7 e 8) serão realizadas amostragens de temperatura retal e frequência respiratória, perda de água transepidérmica, temperatura da superfície ocular e temperatura do antímero esquerdo por termografia infravermelho, temperatura timpânica e sangue para análise de concentração de T3 às 13h, 16h, 19h, 21h, 1h, 4h, 7h, 10h. Também, serão colhidas amostras de pele para exame histológico, de forma a avaliar a estrutura e a morfologia das glândulas sudoríparas no período basal (primavera) e após estresse prolongado (dia 8). Serão utilizadas todas as variáveis colhidas para selecionar os 12 animais mais tolerantes ao calor e os 12 animais menos tolerantes ao calor, e apenas nestes será avaliada a expressão gênica em amostras de pele. Para as análises de dados serão considerados como efeito fixo os horários de avaliação, fenótipo (mais tolerante ou menos tolerante ao calor) e suas interações e o animal como medida repetida no tempo. Serão realizadas comparações múltiplas por Tukey a 5% de probabilidade. (AU)

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