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Eficácia do chá mate (Ilex paraguariensis) descafeinado na prevenção da hiperhomocisteinemia associada à obesidade e consumo de cafeína em ratos Wistar

Processo: 19/22881-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2020
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Patologia Animal
Pesquisador responsável:Paulo César Ciarlini
Beneficiário:Murilo Catelani Ferraz
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Hiper-homocisteinemia   Chá mate   Ilex paraguariensis   Nefropatias   Homocisteína   Antioxidantes   Obesidade   Estresse oxidativo

Resumo

A hiperhomocisteinemia (HHcy) tem sido associada à obesidade, estresse oxidativo e doença renal. O chá mate (CM) é um antioxidante termogênico que auxilia no controle da obesidade e estresse oxidativo. No entanto, a cafeína presente no CM potencialmente eleva as concentrações sanguíneas de homocisteína, um oxidante que está associado ao estresse oxidativo e doenças renais. Será realizado um estudo randomizado blindado para investigar a hipótese de que o CM descafeinado mantém os benefícios do CM in natura no controle do estresse oxidativo da obesidade, com a vantagem de não contribuir para HHcy. Aditivamente, esperamos confirmar experimentalmente a associação entre HHcy e a doença renal em ratos obesos tratados com refrigerante a base de cola. Para tal, 60 ratos Wistar adultos serão aleatoriamente alimentados por 120 dias com e sem refrigerante a base de cola, com e sem tratamento com CM in natura ou descafeinado. O grupo controle será comparado com os demais quanto a sua constituição corporal (peso e Lee Index), perfil metabólico plasmático (proteína total, colesterol, leptina, triglicerídeos, cálcio total e fósforo), grau de estresse oxidativo sistêmico (concentração plasmática de homocisteína, capacidade antioxidante total, concentração de oxidante total, peroxidação lipídica do plasma, albumina, bilirrubina e ácido úrico) e função renal (urinálise, SMDA, UPC e microalbuminúria). Esperamos confirmar o potencial fitoterápico do CM descafeinado, permitindo o seu consumo em pessoas e animais sensíveis à cafeína ou hipertensos, com a vantagem de evitar os efeitos deletérios da HHcy. (AU)

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