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Genotoxicidade in vivo do corante natural emodin utilizando um organismo aquático

Processo: 20/06112-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 30 de junho de 2021
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária
Pesquisador responsável:Gisela de Aragão Umbuzeiro
Beneficiário:Gabriel Rampazzo Magalhães
Instituição-sede: Faculdade de Tecnologia (FT). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil
Assunto(s):Ecotoxicologia   Organismos aquáticos   Corantes   Emodina   DNA   Genotoxicidade   In vivo   Testes de toxicidade

Resumo

Os corantes são produzidos em grandes quantidades anualmente e, ao possuírem propriedades tóxicas, tornam-se um problema ambiental quando dispostos em corpos hídricos. Estudos demonstraram que, além de alterar a qualidade dos corpos hídricos, determinados corantes podem produzir efeitos mutagênicos e genotóxicos em organismos aquáticos. O emodin é uma antraquinona obtida de plantas e fungos, que vem sendo utilizada como corante de origem natural. Após ser submetido ao teste de AMES, o emodin demonstrou ser mutagênico. Danos em células individuais podem ser analisados com o ensaio cometa, sendo este um método simples, rápido e de baixo custo. O anfípo de marinho Parhyale hawaiensis possui distribuição circuntropical e tem se demonstrado promissor em testes de toxicidade e estudos genéticos. Desta forma, o presente projeto tem por objetivo avaliar a genotoxicidade in vivo do corante natural emodin utilizando o modelo Parhyale hawaiensis. O presente projeto está inserido no projeto BioColour, projeto internacional no qual são estudados novos corantes naturais, sob orientação da Prof.ª Dr.ª Gisela de Aragão Umbuzeiro.

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