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Monociclo da ferrugem da goiabeira sob diferentes condições de ambiente

Processo: 20/07824-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2020
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Gabriel Fernando Furlan Monteiro de Oliveira
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:19/13191-5 - Componentes epidemiológicos, caracterização de danos e controle de ferrugens tropicais e temperadas em cenário de mudança climática global, AP.TEM
Assunto(s):Fitopatologia   Ferrugem (doença de planta)   Patógenos   Goiaba   Puccinia psidii   Germinação   In vivo   Técnicas in vitro   Estudos epidemiológicos

Resumo

Austropuccinia psidii, agente causal da ferrugem das mirtáceas, embora endêmico nas Américas, vem sendo alvo de vários estudos recentes, em razão da disseminação global desse patógeno, que teve início em 2007, com sua detecção na Ásia. Muitas novas informações vêm sendo divulgadas, desde sua posição taxonômica - até 2017 o patógeno era denominado Puccinia psidii - até os riscos para espécies de mirtáceas que evoluíram na ausência do patógeno. No Brasil, a ferrugem do eucalipto é a doença mais estudada, embora a ferrugem da goiabeira tenha sido a primeira relacionada a A. psidii (à época, P. psidii). No entanto, não há estudos epidemiológicos básicos para a ferrugem da goiabeira. Sabe-se que a maioria dos isolados de goiabeira são incapazes de infectar eucaliptos e, por essa razão, as informações disponíveis para a ferrugem do eucalipto não podem ser extrapoladas para a goiabeira. Pretende-se, neste trabalho, quantificar a germinação do patógeno in vitro e determinar os componentes monocíclicos da ferrugem da goiabeira in vivo sob diferentes condições ambientais. Os ensaios in vitro serão conduzidos em placas de Petri com meio ágar-água, nas quais, suspensões de urediniósporos de A. psidii serão depositadas e incubadas por 2, 4, 6, 12 e 24 h, sob temperaturas de 10, 15, 20, 25, 30 e 35 oC. Para os ensaios in vivo, mudas de goiabeira cv. Paluma serão inoculadas com suspensões de urediniósporos de A. psidii e incubadas por 6, 12 e 24 h sob câmara úmida, em câmaras de crescimento com temperaturas ajustadas para 15, 20, 25 e 30 oC. As variáveis a serem avaliadas nas folhas jovens são: período de latência (dias), frequência de infecção (número de pústulas/cm2 de folha), crescimento das lesões (mm/dia), severidade da doença (porcentagem do tecido foliar sintomático) e período infeccioso (dias). Essas informações serão valiosas não apenas para compreender o progresso da doença em condições ambientais diversas, como também para prever a distribuição geográfica da ferrugem em diferentes cenários de mudança climática. Este trabalho está vinculado ao projeto temático 2019/13191-5 "Componentes epidemiológicos, caracterização de danos e controle de ferrugens tropicais e temperadas em cenário de mudança climática global", recentemente aprovado pela FAPESP, que tem como principal objetivo a avaliação epidemiológica de ferrugens tropicais e temperadas sob estresses abióticos.

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