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Mistura de agrotóxicos pode prejudicar a saúde, comportamento e reprodução de abelhas solitárias nativas?

Processo: 19/27863-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 30 de junho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Zoologia Aplicada
Pesquisador responsável:Osmar Malaspina
Beneficiário:Rafaela Tadei
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/21097-3 - Interações abelha-agricultura: perspectivas para a utilização sustentável, AP.TEM
Assunto(s):Interação planta-inseto   Agrotóxicos   Abelhas   Neonicotinóide   Fungicidas

Resumo

A fragmentação, as mudanças climáticas e a presença de xenobióticos no ambiente, principalmente os agrotóxicos, vêm ameaçando as espécies de abelhas em todo o mundo. Atualmente, os estudos concentram-se nas avaliações dos efeitos desses fatores estressores em Apis mellifera, contudo as abelhas possuem uma ampla variedade de hábitos que podem não ser representados por uma única espécie modelo. Ademais, a maioria das espécies possui hábitos solitários. Esse trabalho tem como objetivo avaliar os efeitos subletais da exposição a dois agrotóxicos na abelha solitária Centris analis em condições de semi-campo e in vitro. Em condições de semi-campo, serão instaladas gaiolas contendo plantas tratadas com o neonicotinóide acetamiprido, o fungicida azoxistrobina, ambos os agrotóxicos ou nenhum deles, de modo que as abelhas poderão ser expostas por via oral ou por contato. Serão avaliados os efeitos dessas exposições aos agrotóxicos na sobrevivência e mortalidade, na taxa de nidificação, na razão sexual e no comportamento de forrageamento de recursos florais. Além disso, nas abelhas expostas ao acetamiprido serão avaliados esses mesmos efeitos na segunda geração. Em condições in vitro, as abelhas serão expostas aos mesmos agrotóxicos em concentrações que atingem plantas não alvos por deriva e em concentrações que atingem plantas alvos. Serão avaliados efeitos subletais no intestino, cérebro e ovário dessas abelhas, bem como na sobrevivência. Este é o primeiro trabalho a propor uma padronização de metodologia para avaliações de efeitos de doses realísticas de agrotóxicos em C. analis e na segunda geração dessa abelha solitária nativa do Brasil. (AU)

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