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Avaliação da atividade leishmanicida in vitro das lignanas extraídas de Piper cubeba

Processo: 19/24413-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Parasitologia - Protozoologia de Parasitos
Pesquisador responsável:Flávia Cristina Rodrigues Lisoni
Beneficiário:Nathália Frigo de Almeida Paula
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Leishmaniose   Leishmania infantum   Piper cubeba   Tripanossomicidas   Citotoxicidade   Lignanas

Resumo

A leishmaniose é uma doença crônica causada por protozoários intracelulares do gênero Leishmania, família Trypanosomatidae, que infectam várias espécies de mamíferos, incluindo humanos. É considerada uma doença negligenciada e sua forma mais grave é a leishmaniose visceral (LV) causada pela Leishmania infantum (L. infantum). Diversos estudos têm demonstrado o uso de plantas no tratamento das leishmanioses tanto por via oral, como na aplicação sobre as lesões cutâneas. Entre esses estudos, a pimenta de Java (Piper cubeba) vem se destacando, pois suas propriedades fitoterápicas estão diretamente relacionadas à presença de lignanas (metabólitos secundários da planta), levando a uma atividade tripanocida e leishmanicida. Assim, o presente trabalho tem como objetivo avaliar a atividade leishmanicida das lignanas extraídas da Piper cubeba sobre promastigotas de L. infantum e também sobre as formas amastigotas que tiverm maior IC50. As formas promastigotas serão mantidas em Meio 199 (Life Technologies), a 25ºC até a 5º passagem. As células serão cultivadas até atingir a fase estacionária de crescimento, quando serão utilizadas para os ensaios da atividade leishmanicida dos compostos. O tratamento será conduzido com diferentes concentrações dos compostos (100 a 0,1 ¼M), por um período de 4, 24, 48 e 72 horas. Após esse período, a citotoxicidade será analisada utilizando ensaio colorimétrico com indicador de viabilidade celular, MTT. A IC50 será determinada através da construção da curva logDOSE x Atividade biológica utilizando modelo matemático sigmoidal (LogEC50) de regressão não linear. Espera-se que as lignanas apresentem um efeito leishmanicida para L. infantum, já que a cubebina já apresentou essa atividade para L. donovani, que é uma espécie do mesmo complexo fenotípico da L. infantum. (AU)

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