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Estudo dos mecanismos neurais subjacentes à vulnerabilidade para o desencadeamento de comportamentos associados ao pânico entre diferentes linhagens de camundongos

Processo: 20/01231-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Hélio Zangrossi Júnior
Beneficiário:Mirian Félix de Carvalho
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Transtornos de ansiedade   Transtorno de pânico   Substância cinzenta periaquedutal   Hipotálamo médio   Serotonina   Triptofano   Vulnerabilidade em saúde   Imuno-histoquímica

Resumo

O transtorno de pânico (TP) é caracterizado pela ocorrência de ataques de pânico inesperados e recorrentes. Ataques de pânico podem ser desencadeados pela inalação de altas concentrações de CO 2 ou por baixas concentrações de O 2 . Resultados obtidos recentemente por nossos grupos de pesquisa mostram que a expressão da resposta de fuga, um comportamento associado ao pânico, frente à exposição ao CO 2 é diferente entre camundongos machos de 3 linhagens (C57BL/6, Balb c e Swiss), indicando haver um perfil distinto de vulnerabilidade a este estímulo panicogênico nesses animais. No entanto, são ainda desconhecidos os substratos neurais e as bases neuroquímicas implicadas neste fenômeno. Neste trabalho avaliaremos o envolvimento da serotonina, do óxido nítrico (NO) edo GABA na expressão da resposta de fuga de camundongos machos e fêmeas, das 3 linhagens mencionadas acima, frente à exposição ao CO 2. Também será avaliado se essas 3linhagens diferem quanto à expressão de respostas defensivas frente a um ambiente com baixa concentração de O2. Isto será feito através da técnica de imunoistoquímica para a detecção das enzimas triptofano hidroxilase, óxido nítrico sintaxe neuronal (nNOS) e glutamato descarboxilase (GAD67), para a marcação de neurônios serotonérgicos, nitrérgicose GABAérgicos, respectivamente, e da proteína c-Fos, como um marcador da atividade neuronal, em áreas encefálicas associadas ao pânico, como o núcleo dorsal da rafe (NDR), a substância cinzenta periaquedutal dorsal (SCPD) e o hipotálamo medial.

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