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Fatores potenciais de risco e proteção envolvidos na transmissão vertical do HTLV-1

Processo: 19/25511-4
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2020
Vigência (Término): 30 de junho de 2024
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Jorge Simão do Rosário Casseb
Beneficiário:Gabriela da Silva Prates
Instituição Sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):22/06636-3 - Mecanismo e fatores de risco envolvidos na transmissão vertical de HTLV-1 no Brasil, BE.EP.DR
Assunto(s):Doenças negligenciadas   Saúde global   Vírus linfotrópico T tipo 1 humano   Fatores de risco   Placenta
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:ERVs | Fatores de Risco | Htlv-1 | placenta | Transmissão vertical | Doenças Tropicais e saúde internacional

Resumo

A transmissão vertical do HTLV-1 ocorre principalmente por amamentação, entretanto, novas infecções foram relatadas mesmo com o recém-nascido privado do leite materno, outros por sua vez, foram amamentados por tempo prolongado e continuam soronegativos para HTLV-1. A despeito da possibilidade de transmissão intrafamiliar, filhos(a) da mesma prole podem ser infectados pela via materno-Fetal (TMTF). Ainda não é conhecido os mecanismos pelos quais a placenta é superada e o vírus é transmitido para a prole. Diversos mecanismos de imunorregulação operantes durantes a gestação como a inflamação gerada e resposta antiviral são vitais para o entendimento da infecção congênita do HTLV-1 bem como a carga proviral de HTLV-1 e expressão de ERVs na placenta podem favorecer a transmissão transplacentária do vírus. Respostas básicas de elevado impacto clínico e social poderão ser obtidas a partir deste estudo. Objetivo geral: Investigar fatores de risco e proteção para a transmissão vertical do HTLV-1. Objetivos específicos: a) investigar relação entre idade da mãe na gestação, nível socioeconômico e status neurológico da mãe com o risco da infecção congênita; b) verificar presença de DNA e RNA de HTLV em todas as células placentárias, no cordão umbilical e no leite materno; c) verificar níveis de imunoglobulinas IgG anti-HTLV na placenta, cordão umbilical, plasma da mãe, plasma do recém-nascido (após 1 ano de vida) e colostro; d) investigar relação da expressão de ERVs em amostras de placenta e cordão com a ocorrência de infecção congênita comparando com placentas de indivíduos soronegativos para HTLV; e) relacionar carga proviral de HTLV-1, atividade pró-inflamatória (IFN-gamma, IL-2, IL-6 e IL-8, TNF-alfa, neopterina e anti-inflamatória, TGF-beta, IL-10 na placenta e no plasma ao risco de infecção congênita; f) avaliar taxa de soroconversão de recém-nascidos cujas mães são infectadas pelo HTLV-1, nascidos por parto cesariano, e privados do leite materno; g) avaliar presença de HTLV no colostro de mães infectadas após congelamento e aquecimento térmico sob controle. (AU)

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