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A gente não tem parada: deslocamentos, apropriações e socialidades de travestis no mercado do sexo

Processo: 19/23431-3
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 20 de abril de 2020
Vigência (Término): 19 de agosto de 2020
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Antropologia - Antropologia Urbana
Pesquisador responsável:Luiz Henrique de Toledo
Beneficiário:André Rocha Rodrigues
Supervisor no Exterior: John Francis Collins
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Local de pesquisa: City University of New York (CUNY), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/08210-2 - A gente não tem parada: deslocamentos, apropriações e sociabilidades na prostituição travesti, BP.DR
Assunto(s):Travestis   Prostituição   Estudos de gênero

Resumo

A produção da experiência da travestilidade de pessoas que estão inseridas no mercado do sexo está intimamente atrelada à mobilidade territorial. Os estudos sobre o tema costumam abordá-lo a partir das noções de estratificação, status e distinção. Este projeto pretende investigar os processos internos de produção da travestilidade e da pessoa, o que implica pensar nos circuitos e deslocamentos geográficos, mas não só neles. Busco analisar os vários significados que a categoria mobilidade pode encerrar naquilo que a faz revelar a dinâmica dos deslocamentos existenciais entre gêneros associados às atividades de trânsito entre cidades e lugares pelas travestis. Em princípio buscarei identificar alguns circuitos que evidenciam tais deslocamentos entre cidades interioranas do estado de São Paulo, reconhecidos localmente como espaços de prostituição atentando para a noção de rua - categoria muito mobilizada em outras análises - repensada aqui à luz da pesquisa de campo. Entendendo que estas movimentações rizomáticas não constituem necessariamente redes estáveis de deslocamentos e fluxos de agentes, sugerindo mais um ambiente de emaranhado de linhas que se fazem e se desfazem continuamente o presente projeto pretende como experimento etnográfico identificar nesses deslocamentos uma dinâmica multissituada de experiências cujo foco nas mobilidades, apropriações dos espaços e produção de socialidades em torno da atividade da prostituição travesti encerram um problema relevante, qual seja, a relação co-determinante entre produção de gênero e produção generificada dos espaços urbanos.

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