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A cidade do Recife na IV República: cultura, sociabilidade intelectual e a questão do subdesenvolvimento

Processo: 19/24216-9
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 02 de março de 2020
Vigência (Término): 01 de março de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - História - História do Brasil
Pesquisador responsável:Marcos Francisco Napolitano de Eugenio
Beneficiário:Fábio Silva de Souza
Supervisor no Exterior: Paulo Teixeira Iumatti
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Université Sorbonne Nouvelle - Paris 3, França  
Vinculado à bolsa:17/26955-8 - A cidade do Recife na IV República: cultura, sociabilidade intelectual e a questão do subdesenvolvimento, BP.DR
Assunto(s):Brasil República   Recife (PE)   Produção cultural

Resumo

Este projeto tem como finalidade analisar a sociabilidade intelectual da cidade do Recife, durante os anos 1946 - 1964 e a percepção do subdesenvolvimento, como experiência social e cultural. O eixo dessa perspectiva de análise são as reflexões sobre o subdesenvolvimento econômico e social do Nordeste levadas a cabo por uma determinada elite intelectual de esquerda. Para tal, buscamos apoio em amplo corpus documental produzido pelas principais instituições que realizaram debates e projetos na tentativa de entender e equacionar as questões em torno do subdesenvolvimento do Nordeste, a saber: Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais, Universidade do Recife e Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste. Além disso, vamos analisar a extensa documentação do Movimento de Cultura Popular do Recife e os suplementos culturais dos cotidianos: Jornal do Comércio e Diário de Pernambuco. A partir deste corpus, buscaremos compreender qual o papel da elite intelectual de esquerda vinculada à experiência urbana local e regional, individualmente ou por meio das instituições e movimentos aos quais estavam vinculados, para a criação de uma rede cultural com desdobramentos históricos significativos em âmbito nacional. Essa perspectiva nos impõem as seguintes questões: é possível falar em perfil coletivo desses intelectuais nesse meio de século, em Recife? Qual o lugar da cena intelectual engajada recifense nos projetos reformistas e/ou revolucionários da Quarta República? A produção cultural desses grupos intelectuais pode ser entendida como uma espécie de contra-elite? A escrita dessa história política ganhará contornos a partir de uma abordagem prosopográfica dos grupos intelectuais que compunham essas organizações e de seus meios de difusão cultural

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