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Estudo de antranil-hidrazidas como potencial atividade inibitório do crescimento de Leishmania amazonensis

Processo: 19/20686-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2019
Vigência (Término): 30 de novembro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Bioquímica de Microorganismos
Pesquisador responsável:Edson Roberto da Silva
Beneficiário:Barbara Hild de Jesus
Instituição-sede: Faculdade de Zootecnia e Engenharia de Alimentos (FZEA). Universidade de São Paulo (USP). Pirassununga , SP, Brasil
Assunto(s):Desenvolvimento de fármacos   Citotoxicidade   Arginase   Macrófagos   Flebotomíneos   Tripanossomicidas   Leishmaniose visceral   Infecção experimental

Resumo

Causada por protozoários do gênero Leihsmania, a leishmaniose é um grupo de doenças negligenciadas, que atinge milhares de pessoas no mundo, onde sua forma mais grave, a leishmaniose visceral, se não tratada, tem alto índice de mortalidade. Elas têm como vetor os flebotomíneos, que inoculam a forma de promastigota do parasita no hospedeiro e, dentro dos macrófagos, assumem a forma amastigota, iniciando sua reprodução, rompimento celular e continuidade do ciclo parasitário. Embora existam alguns quimioterápicos contra essa doença, eles não possuem eficácia esperada no tratamento, uma vez que estes causam significantes efeitos colaterais pela sua citotoxicidade, baixa resposta à co-infecções, variação da sensibilidade entre as espécies e diversos outros resultados indesejados, que contribuem para a resistência desses parasitas. Com isso existe a necessidade de novas pesquisas para produção de novos fármacos. A arginase de Leishmania tem sido estudada como alvo para o desenvolvimento de novos tratamentos, pois ela é precursora da produção de poliaminas, responsáveis pela eliminação de espécies reativas de oxigênio e dos radicais livres de nitrogênio, produzidos pelos macrófagos para eliminar o parasita. Uma enzima dessa via das poliaminas é alvo do fármaco eflornitina, usado para combater o parasita da "doença do sono" e, a partir dela, foi desenvolvido um protótipo contendo o grupo farmacofórico fenil-hidrazidas, que possuem potencial de inibição da arginase de Leishmania matando as formas promastigotas. As anthranil-hidrazidas, derivadas de fenilhidrazidas, apresentaram em triagem a 10 ¼M uma boa inibição do crescimento do parasita. Assim este projeto tem por objetivo caracterizar a ação destes novos compostos em modelo de infecção experimental de macrófagos murinos.

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