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O argumento direto: um estudo sobre as relações conceituais entre determinismo e responsabilidade moral

Processo: 19/12207-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - Metafísica
Pesquisador responsável:Marco Antonio Caron Ruffino
Beneficiário:Gabriel de Andrade Pagnozzi Maruchi
Instituição-sede: Centro de Lógica, Epistemologia e História da Ciência (CLE). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Responsabilidade   Determinismo   Moral   Argumentação   Formação de conceito

Resumo

Este projeto é uma proposta de estudo sobre as relações conceituais entre a tese do determinismo e o conceito de responsabilidade moral por meio do argumento direto. De acordo com seus proponentes, se a tese do determinismo nomológico for verdadeira, então as nossas ações são a consequência do passado distante e das leis da natureza. Mas ninguém é moralmente responsável pelas leis da natureza, nem pelo passado distante. Portanto, não somos moralmente responsáveis pelas consequências dessas coisas, a saber, nossas ações presentes. Mas será que o argumento realmente estabelece a incompatibilidade entre o determinismo e a responsabilidade moral? Para responder à pergunta acima, a proposta de estudo se divide em três partes. A primeira parte diz respeito à validade do argumento direto, que é o problema de saber se as regras dedutivas nele empregas são válidas. A segunda parte foca na correção do argumento. Supondo que o argumento seja válido, será que suas premissas são verdadeiras? Finalmente, a terceira parte diz respeito à cogência do argumento, lidando com as objeções de que o argumento direto é uma mera ignoratio elenchi. (AU)

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