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Avaliação da atividade hiperalgésica, anti-inflamatória e perfil toxicológico da própolis vermelha

Processo: 19/21743-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de outubro de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária
Pesquisador responsável:Ricardo Andrade Furtado
Beneficiário:Raphaela Cortez
Instituição-sede: Pró-Reitoria Adjunta de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade de Franca (UNIFRAN). Franca , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/04138-8 - Realização de estudos químicos, analíticos, biológicos, farmacológicos e tecnológicos para preenchimento das lacunas no desenvolvimento do setor de própolis brasileiro, AP.TEM
Assunto(s):Anti-inflamatórios   Hiperalgesia   Própolis   Edema   Toxicidade   Fenômenos e processos farmacológicos e toxicológicos

Resumo

A própolis é uma mistura complexa resinosa e balsâmica produzida por abelhas, cujo material para produção é coletado de brotos, flores e exsudatos de plantas. É um dos muitos produtos naturais utilizados há muitos séculos pela humanidade de diferentes formas. Isso deve-se às suas diversas propriedades, tais como anti-inflamatória, antibacteriana, antifúngica, antioxidante, dentre outras. A própolis vermelha pode ser encontrada principalmente no nordeste do Brasil e tem como origem botânica a Dalbergia ecastophyllum (L) Taub. responsável pela sua cor. Sabendo que a composição química da própolis pode mudar de acordo com o local e a origem botânica de onde é coletada, este trabalho visa avaliar a atividade de hiperalgesia mecânica e térmica, o potencial anti-inflamatório e o perfil toxicológico da própolis vermelha obtida no projeto temático (2017/04138-8). Para avaliação da atividade de hiperalgesia, serão realizados os testes DPA (Dynamic Plantar Aesthesiometer) e o Hargreaves. Para a atividade anti-inflamatória será utilizado o teste de edema de pata com carragenina. A toxicidade será avaliada por exames laboratoriais de AST e ALT para verificação de danos hepáticos e Ureia e Creatinina para danos renais. Desta forma, este trabalho busca contribuir para melhor entendimento da ação da própolis vermelha, permitindo agregar valor ao produto e explorar seu potencial mercadológico, além de maior segurança e eficácia em utilizações clinicas futuras.

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