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Análise proteômica da película adquirida do esmalte dentário: efeito da cistatina, estaterina e hemoglobina contra a erosão dentária

Processo: 19/19002-0
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Odontologia Social e Preventiva
Pesquisador responsável:Marília Afonso Rabelo Buzalaf
Beneficiário:Ana Luiza Bogaz Debortolli
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Bauru (FOB). Universidade de São Paulo (USP). Bauru , SP, Brasil
Assunto(s):Bioquímica   Esmalte dentário   Cistatinas   Proteômica   Hemoglobinas   Proteoma   Erosão dentária   Expressão de proteínas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Canecpi-5 | erosão dentária | Estaterina | hemoglobina | película adquirida | Proteoma | Bioquimica

Resumo

A presença da película adquirida do esmalte (PAE) é um dos fatores protetores contra a erosão dentária. Dentre as proteínas da película adquirida com potencial para se ligar ao esmalte e propriedades ácido-resistentes, foram identificadas recentemente pelo nosso grupo a cistatina, a hemoglobina (Hb) e a estaterina. A modificação do perfil proteico da película adquirida pela incorporação de algumas proteínas pode afetar sua habilidade em proteger contra a erosão dentária. Portanto esta modificação parece ser promissora para o controle da erosão dentária. O presente trabalho pretende avaliar o impacto da modificação da PAE com proteínas ácido-resistentes no seu perfil proteômico. Especificamente, o objetivo será avaliar o efeito da CaneCPI-5, peptídeo derivado da estaterina (Stn15pSpS) e hemoglobina, isolados ou em combinação, no perfil proteômico da PAE formada in vivo visando, em última instância à prevenção contra a erosão dentária. Será conduzido um estudo cruzado e triplo cego, constituído por 5 fases paralelas, correspondentes aos tratamentos com as proteínas isoladas, em combinação ou com água deionizada (controle negativo). Em cada fase, após a profilaxia, 2 voluntários farão bochecho por 1 min com cada uma das 4 soluções proteicas ou água deionizada. Após o bochecho, a PAE será formada por 3 min ou 2 horas. A coleta da PAE será feita com auxílio de um papel filtro de eletrodos e as amostras serão armazenadas a -80 ºC. Posteriormente, será feita análise proteômica quantitativa livre de marcadores (Xevo Q-TOF, Waters). O software PLGS será utilizado para detecção de alterações na expressão de proteínas entre os diferentes grupos.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
ARAUJO, TAMARA TEODORO; CARVALHO, THAMYRIS SOUZA; DIONIZIO, ALINE; BOGAZ DEBORTOLLI, ANA LUIZA; OLIVEIRA VENTURA, TALITA MENDES; SOUZA, BEATRIZ MARTINES; VILAS BOAS FEITOSA, CHELSEA MARIA; PEREIRA BARBOSA, HELOISA APARECIDA; DA SILVA RIBEIRO, CAROLINE FERNANDA; MARTINI, TATIANA; et al. rotein-based engineering of the initial acquired enamel pellicle in vivo: Proteomic evaluatio. Journal of Dentistry, v. 116, . (19/19002-0, 18/12041-7, 19/08032-5, 19/26070-1)

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