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Nanofibras de PHBV contendo vidros boratos bioativos via sol-gel modificados com íons terapêuticos para regeneração tecidual

Processo: 19/10877-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2023
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Materiais e Metalúrgica - Materiais Não-metálicos
Pesquisador responsável:Alexandre Luiz Souto Borges
Beneficiário:Verônica Ribeiro dos Santos
Instituição Sede: Instituto de Ciência e Tecnologia (ICT). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São José dos Campos. São José dos Campos , SP, Brasil
Assunto(s):Engenharia tecidual   Biomateriais   Nanofibras   Boratos   Regeneração tecidual   Processo sol-gel   Eletrofiação
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:eletrofiação | eletropulverização | Engenharia tecidual | íons terapêuticos | Nanofibras de PHBV | sol-gel | Vidros boratos bioativos | Biomateriais

Resumo

Em decorrência de lesões do revestimento cutâneo gerado pelas mais diversas causas, a engenharia tecidual tem desenvolvido enxertos sintéticos capazes de promover o aceleramento da regeneração celular, menores riscos de infecção e maior grau de conforto aos pacientes em recuperação. Os enxertos compostos de nanofibras de poli(3-hidroxibutirato-co-3-hidroxivalerato) (PHBV) apresentam diversas características necessárias a aplicação, porém a ausência de bioatividade torna-se um fator limitante. A incorporação de vidros bioativos às nanofibras é capaz de propciar a bioatividade necessária ao enxerto visto que forma uma camada de hidroxiapatita carbonatada [HAC, C3Ca10H2O23P3] (similar à apatita biológica) em sua superfície, que se liga quimicamente à ambos os tecidos moles e duros. Dado que os vidros boratos biotivos apresentam maiores taxas de conversão em HAC do que os a base de sílica, formulações como a 45B5 (46,1% B2O3, 26,9% CaO, 24,4% Na2O e 2,6% P2O5, % em mol) tornam-se promissoras para serem incorporadas às nanofibras de PHBV. A síntese dos vidros boratos bioativos via sol-gel permite a modificação da estrutura vítrea com íons terapêuticos com maior facilidade que o método fusão-resfriamento, a exemplo de íons capazes de promover a angiogênese (induzir vascularização) (Co2+) e a atividade antimicrobiana (Zn2+), ou até mesmo ambas estas funções terapêuticas (Cu2+). Neste contexto, o principal objetivo deste trabalho é a produção de nanofibras de PHBV recobertas com nanopartículas de vidros boratos bioativos modificados com Co2+, Cu2+ e Zn2+ via sol-gel por meio da associação das técnicas de eletrofiação e eletropulverização, que permite a produção de nanofibras revestidas com nanopartículas, além da caracterização dos produtos obtidos. (AU)

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