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Avaliação de mulheres vulneráveis devido à estado de consciência alterada induzida por substâncias e falta de consentimento para encontro sexual como fatores de risco de gravidade de TEPT desencadeado por estupro

Processo: 19/13417-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Marcelo Feijó de Mello
Beneficiário:Isabella Messina Benvenuti
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:14/12559-5 - Transtorno de estresse pós-traumático e neuroprogressão: novas abordagens na compreensão do efeito da violência no funcionamento mental, AP.TEM
Assunto(s):Delitos sexuais   Estupro   Estado de consciência   Benzodiazepinas   Fatores de risco   Mulheres   Análise de vulnerabilidade

Resumo

São frequentes os casos de violência sexual (estupros) associados ao uso de substâncias que alteram a consciência, como benzodiazepínicos, cetamina e alcaloides em geral associados ao álcool, sem o conhecimento ou consentimento da mulher. O fato da violência ocorrer sem o registro mnêmico, e mesmo o consentimento inicial do encontro, até a ingestão dos entorpecentes pode levar a dificuldades na elaboração desta situação traumática. Estes achados sugerem que a maneira como a vítima classifica a experiência do estupro, sua relação com o perpetrador e consentimento vão definir o risco e a gravidade do TEPT, e pensamos que estes fatores também possam influenciar na resposta ao tratamento. Neste estudo queremos avaliar as diferenças em relação a gravidade dos sintomas de TEPT e presença de sintomas dissociativos e de vigilância entre vítimas vulneráveis ou não de estupro. Nossa hipótese é que as vítimas vulneráveis apresentam quadro de TEPT, sintomas depressivos e ansiosos mais graves, que as que não têm uma situação de vulnerabilidade no momento da agressão. Ainda temos como hipóteses secundárias que as vítimas vulneráveis apresentam mais significativamente uso de álcool e substâncias e terão mais história de retraumatização sexual (presença de história e abuso sexual na infância e na adolescência. Os dados desta pesquisa serão colhidos em coorte de estudo aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Federal de São Paulo.

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