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O papel das paixões tristes na formação da multidão em Espinosa

Processo: 19/04326-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 30 de abril de 2021
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Homero Silveira Santiago
Beneficiário:Matheus Romero de Morais
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Filosofia política   Democracia   Afeto   Baruch Espinoza

Resumo

Os conceitos de singularidade e multidão são centrais no Tratado Político de Espinosa, pois é a partir da relação estabelecida entre os dois que é constituído o corpo político. Há duas vias para se compreender o acordo entre os homens que culmina na constituição da multidão: a da razão e a dos afetos. Neste projeto nosso propósito é compreender o papel dos afetos, mais especificamente os afetos tristes, na constituição da multitudo. Para tanto, partiremos da interpretação que Antonio Negri faz da obra política de Espinosa, a qual dá ênfase sobretudo a paixões alegres na criação do comum e indica uma tendência predominantemente democrática do projeto espinosano. Buscaremos estudar, portanto, uma parte da ontologia política de Espinosa que não só não é evidenciada na leitura de Negri como é quase recusada, qual seja, as condições de formação da multitudo a partir de afetos prioritariamente tristes, como o ódio e o desejo de vingança, isto é, tentaremos compreender como atitudes aparentemente antimultitudinárias podem ser criadoras de alguma forma de comum. (AU)

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