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Suscetibilidade de laranja doce a infeções por Phyllosticta citricarpa e validação do sistema CRI-PhytRisk para pinta preta do citros sob condições brasileiras

Processo: 19/15505-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de setembro de 2019
Vigência (Término): 24 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Geraldo José da Silva Junior
Beneficiário:Regis de Oliveira Fialho
Supervisor: Paul Hendrik Fourie
Instituição Sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa: Citrus Research International, Nelspruit (CRI), África do Sul  
Vinculado à bolsa:18/14514-0 - Monitoramento e quantificação molecular de inóculo, suscetibilidade de frutos às infecções por Phyllosticta citricarpa e determinação do período crítico para aplicação de fungicidas no controle da pinta preta em pomares de laranja, BP.DR
Assunto(s):Controle de doenças   Resistência à doença   Epidemiologia   Pinta preta   Citrus   Phyllosticta citricarpa
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Citrus spp | Controle de Doenças | Epidemiologia | Modelagem | Resistência | Manejo de doença

Resumo

A pinta preta dos citros (PP) causada por Phyllosticta citricarpa é a principal doença fúngica em importantes áreas produtoras de citros, como o Brasil e a África do Sul. O período de susceptibilidade dos frutos à infecção por Phyllosticta citricarpa tem sido relatado como variável em diferentes áreas do Hemisfério Sul; no entanto, não há consenso sobre esse assunto. O experimento "Suscetibilidade do fruto de laranja à infecção por Phyllosticta citricarpa" (FAPESP 2018/14514-0 item 3.2) está sendo conduzido sob condições brasileiras, e um experimento similar necessita ser realizado na África do Sul para a comparação dos dados em ambos países. Dessa forma, o experimento será conduzido na África do Sul pelo beneficiário em parceria com a equipe da Citrus Research International (CRI) e do Departamento de Fitopatologia da Universidade de Stellenbosch, supervisionado pelo Dr. Paul Fourie e pela Dra. Providence Moyo. Além disso, este projeto tem como objetivo ajudar os pesquisadores do CRI a validar um sistema de previsão da PP chamado CRI-PhytRisk sob condições brasileiras. Este sistema foi desenvolvido pela CRI para recomendar quando o clima é indicado para a pulverização de pomares e quando as condições ambientais são favoráveis à infecção pelo patógeno na África do Sul. Assim, o projeto será focado na condução de experimentos de campo e também na validação do modelo matemático utilizado no CRI-PhytRisk para entender as diferentes variáveis que influenciam o ciclo da PP nos dois países. Pesquisadores da África do Sul são especialistas em modelagem epidemiológica no patossistema da PP, e estudam a interação entre a doença e o clima por várias décadas, desde o seu primeiro relato em 1929. No Brasil, a PP foi detectada em 1990 e o manejo da doença é baseado nas recomendações da África do Sul. Entretanto, estudos recentes conduzidos sob condições brasileiras demonstraram que algumas diferenças no clima podem determinar a estratégia a ser usada para o controle da PP. Espera-se que os resultados obtidos em nossos estudos possam auxiliar os citricultores a controlar a PP somente nos períodos mais críticos, em que as condições climáticas são favoráveis para maior produção de inóculo e os frutos são suscetíveis às infecções pelo patógeno. (AU)

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