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Relação entre o nível de fragilidade e a gravidade clínica da síndrome coronariana aguda em idosos

Processo: 19/04838-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2019
Vigência (Término): 31 de julho de 2020
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Médico-cirúrgica
Pesquisador responsável:Camila Takáo Lopes
Beneficiário:Alexia Louisie Pontes Gonçalves
Instituição-sede: Escola Paulista de Enfermagem (EPE). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiologia   Síndrome coronariana aguda   Gravidade do paciente   Idosos   Fragilidade   Regressão linear   Institutos de cardiologia

Resumo

Estudos recentes realizados no Canadá, Espanha, EUA e China verificaram que a frequência de fragilidade de idosos com síndrome coronariana aguda (SCA) chega até 43,18%. Maiores níveis de fragilidade nesses pacientes relacionam-se a desfechos clínicos indesejados. No Brasil, há uma lacuna na literatura quanto à relação entre a fragilidade e a gravidade clínica da SCA em idosos. Este conhecimento poderia determinar quais dimensões da fragilidade estão relacionadas aos sinais clínicos da SCA, norteando abordagens terapêuticas mais preditivas e mais assertivas. Objetivo: Avaliar a relação entre o nível de fragilidade e a gravidade clínica da SCA em idosos. Materiais e métodos: Será realizado um estudo observacional, analítico, transversal, com 110 pacientes hospitalizados por SCA nas unidades de Cardiologia do Hospital São Paulo. A variável independente do estudo será o nível de fragilidade. A variável dependente será a gravidade clínica do paciente, representada pelo risco de eventos adversos cardíacos. As covariáveis serão classificadas em sociodemográficas e clínicas. A fragilidade será mensurada por meio do Tilburg Frailty Scale (TFI), abrangendo os domínios físico, psicológico e social. A gravidade clínica do paciente será considerada uma variável contínua, de acordo com os escores de risco de eventos cardíacos Global Registry of Acute Coronary Events (GRACE) para SCA, TIMI para angina instável/infarto agudo do miocárdio (IAM) sem supradesnivelamento do segmento ST e TIMI para IAM com supradesnivelamento do segmento ST. As variáveis sociodemográficas e clínicas serão analisadas de forma descritiva, por meio de medidas de tendência central (média ou mediana) e dispersão (desvio padrão ou intervalo interqualítico). As relações entre os escores da TFI e os escores GRACE, TIMI Risk para AI/IAMSSST e TIMI Risk para IAMCSST serão verificadas por meio de regressão linear simples e múltipla, com controle para as covariáveis sociodemográficas e clínicas.

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