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Relação entre a tolerância de espécies nativas da Floresta Atlântica e a contaminação por metais pesados na reserva da bioesfera do Cinturão Verde em São Paulo-SP

Processo: 18/20557-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de junho de 2019
Vigência (Término): 31 de março de 2022
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Ecologia - Ecologia Aplicada
Pesquisador responsável:Marisa Domingos
Beneficiário:Ricardo Keiichi Nakazato
Instituição Sede: Instituto de Pesquisas Ambientais (IPA). Secretaria do Meio Ambiente (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:17/50341-0 - Desafios para conservação da biodiversidade frente às mudanças climáticas, poluição e uso e ocupação do solo (PDIp), AP.PDIP
Assunto(s):Ecotoxicologia   Metais pesados   Áreas verdes   Biosfera   Poluição atmosférica   Mata Atlântica   São Paulo (SP)
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Apti | biomonitoramento | espécies nativas | Floresta Atlântica | Metais | Poluição atmosférica | Ecotoxicologia

Resumo

Remanescentes da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde-SP (RBCV-SP) são afetados por poluentes como o material particulado contendo metais, provenientes das emissões industriais do local. Estes metais são passíveis de serem incorporados na vegetação sendo retidos sobre as copas das árvores, por meio da deposição, incorporados no solo diretamente via deposição ou indiretamente por meio da queda/de composição da serapilheira, podendo resultar no acúmulo desses elementos potencialmente tóxicos no ecossistema. Neste projeto, através do índice APTI (que indica o nível de tolerância das plantas expostas à poluição atmosférica), das análises de metais no solo e nas folhas de espécies arbóreas nativas, serão avaliados os níveis de tolerância e a capacidade de acúmulo de metais nas espécies coletadas na RBCV-SP. Outras variáveis fisiológicas e bioquímicas serão testadas para aumentar a sensibilidade e especificidade deste índice como indicador de tolerância à poluição atmosférica. Assim, será proposto avaliar a relação entre a tolerância e a frequência das espécies em cada parque. Além disso, será possível estabelecer um ranking das espécies mais representativas da Floresta Atlântica, quanto a ambas as características, para uso em programas de reflorestamento na região e indicar espécies sensíveis para preservação. Para superar esses desafios, serão coletadas e selecionadas espécies arbóreas de quatro parques situados na RBCV-SP, que serão escolhidas através de um inventário florístico/fitossociológico. Após coletadas as folhas das espécies representadas por maior número de árvores, serão analisados parâmetros bioquímicos e fisiológicos (clorofila, ascorbato, pH foliar, conteúdo foliar de água, massa seca foliar por área, HPDC e glutationa total) e de concentrações foliares de metais, visando a estabelecer o índice de tolerância para cada espécie. Campanhas de coleta de material particulado serão realizadas e analisadas quanto às concentrações de metais para caracterização do local de amostragem das espécies. A eficiência do índice de tolerância a metais será checada por meio de técnicas estatísticas e por meio de experimento a ser realizado em câmaras de crescimento. (AU)

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