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Magnetismo em espeleotemas do último máximo Glacial até o Holoceno na América do Sul

Processo: 19/06709-8
Modalidade de apoio:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 24 de junho de 2019
Vigência (Término): 19 de março de 2020
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Geociências - Geofísica
Pesquisador responsável:Ricardo Ivan Ferreira da Trindade
Beneficiário:Plinio Francisco Jaqueto
Supervisor: Joshua Moser Feinberg
Instituição Sede: Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: University of Minnesota (U of M), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:16/24870-2 - Significado ambiental do magnetismo em espeleotemas, BP.DR
Assunto(s):Paleomagnetismo   Espeleotemas
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Ambiente cárstico | espeleotemas | Magnetismo Ambiental | Magnetismo De Rochas | Paleomagnetismo | Magnetismo de Rochas

Resumo

O enriquecimento de minerais magnéticos formados no solo depende da disponibilidade de água e da sua evolução ao longo do tempo. No ambiente cárstico, essas mudanças dependem da quantidade de chuva e do transporte de água no sistema aquífero ativado pela recarga (principalmente eventos de tempestades). Trabalhos recentes mostraram que minerais magnéticos presentes em estalagmites são geralmente originados no solo e sedimentos acima da caverna e são transportados através de fissuras do sistema cárstico antes de serem depositados nas estalagmites. A quantidade e o tipo de minerais magnéticos presentes no espeleotema podem, portanto, estar ligados à dinâmica do solo e às mudanças de precipitação a longo prazo. A América do Sul apresenta regimes climáticos antifásicos registrados em isótopos de oxigênio em estalagmites, onde o Nordeste experimenta condições de umidade em baixa insolação e aridez em alta insolação, enquanto o centro e sudoeste do Brasil experimentam a relação oposta. O objetivo deste projeto é duplo. Primeiro, um banco de dados de rocha magnética será construído para entender melhor a origem dos minerais magnéticos em diferentes configurações e sua relação com a rocha e a dinâmica do solo, através de um conjunto de amostras de diferentes ambientes cársticos no Brasil compreendendo estalagmites, rocha e solo acima da caverna. Segundo, usando quatro estalagmites selecionadas cobrindo o Holoceno até o Último Máximo Glacial, um registro de alta resolução de propriedades magnéticas permitirá a comparação com proxies isotópicas e geoquímicas clássicas, a fim de inferir o significado das variações climáticas em escala milenar a partir de um registro de magnetismo em espeleotemas.

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Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
JAQUETO, PLINIO; TRINDADE, RICARDO I. F.; FEINBERG, JOSHUA M.; CARMO, JANINE; NOVELLO, VALDIR F.; STRIKIS, NICOLAS M.; CRUZ, FRANCISCO W.; SHIMIZU, MARILIA H.; KARMANN, IVO. agnetic Mineralogy of Speleothems From Tropical-Subtropical Sites of South Americ. Frontiers in Earth Science, v. 9, . (16/24870-2, 18/15774-5, 17/50085-3, 16/15807-5, 19/06709-8)
GREEN, THEODORE; SLOTZNICK, SARAH P.; JAQUETO, PLINIO; RAUB, TIMOTHY D.; TOHVER, ERIC; PLAYTON, TED E.; HAINES, PETER W.; KIRSCHVINK, JOSEPH L.; HOCKING, ROGER M.; MONTGOMERY, PAUL. igh-Resolution Late Devonian Magnetostratigraphy From the Canning Basin, Western Australia: A Re-Evaluatio. Frontiers in Earth Science, v. 9, . (16/24870-2, 19/06709-8)
JAQUETO, PLINIO; TRINDADE, RICARDO I. F.; TERRA-NOVA, FILIPE; FEINBERG, JOSHUA M.; NOVELLO, VALDIR F.; STRIKIS, NICOLAS M.; SCHROEDL, PETER; AZEVEDO, VITOR; STRAUSS, BECK E.; CRUZ, FRANCISCO W.; et al. Stalagmite paleomagnetic record of a quiet mid-to-late Holocene field activity in central South America. NATURE COMMUNICATIONS, v. 13, n. 1, p. 10-pg., . (16/15807-5, 18/07410-3, 19/06709-8, 18/15774-5, 16/24870-2, 17/50085-3)

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